COMISS肙 OUVE SESDEC E MP SOBRE FALTA DE POLICIAMENTO

Terça-Feira, 02 de Junho de 2015 - 19:26
Defasagem de policiais no interior de 50%, mas em Porto Velho chega a 75%...

Porto Velho está com apenas um quarto do efetivo de Policiais Militares que deveria ter. A informação foi dada pelo promotor de Justiça Shalimar Marques, em reunião da Comissão de Segurança Pública na manhã desta terça-feira (2), no plenarinho da Assembléia Legislativa. Ao todo, segundo os dados disponibilizados pelo membro do MP, o Estado está com uma defasagem de 50 por cento dos policiais militares que deveria ter.

Convidados pela Comissão de Segurança Pública, que tem como presidente o deputado Jesuino Boabaid (PTdoB), o sub-secretário de Segurança Pública, coronel César Adilson, e o promotor de Justiça Shalimar Marques elaboraram um quadro da situação atual do efetivo da Polícia Militar no Estado, com suas deficiências e necessidades de um concurso o mais urgente possível.

César Adilson, coronel da Polícia Militar, fez uma breve explicação das condições do governo e citou as perspectivas para esse ano, quando esperam aprovar a contratação de pelo menos mais 480 policiais. Segundo ele, o clima não é de terror, pois o índice de homicídios caiu. Ele disse que, nas condições atuais, o comando da Polícia Militar não tem como promover deslocamentos no efetivo.

Insegurança

Por outro lado, o promotor de Justiça Shalimar Marques demonstrou através de slides a condição efetiva de todos os municípios, distritos e vilas, ressaltando que o Estado está com uma defasagem no efetivo (policiais que vão para a rua) de pelo menos 50 por cento, e que em Porto Velho esse índice aumenta para 75 por cento, ou seja, existe apenas um quarto do que deveria haver.

Pelas estimativas apresentadas por Shalimar, a Polícia Militar conta, hoje, com um total de 5.036 policiais, sendo que efetivos, ou seja, os aptos a irem para a rua, são somente 3.385. Isso, segundo o promotor, representa menos do que havia (em proporção) em 2004.

Alertou o promotor que a iniciativa de uma lei que determine o contingente necessário deve ser da Assembléia Legislativa, e que a Assembléia de Alagoas já saiu na frente em relação a esse assunto.

Jesuino Boabaid disse que apresentará o pedido para a realização e uma audiência pública para a próxima segunda-feira (8) com todos os representantes da segurança pública apara discutir as ações imediatas e já elaborar uma diretriz para a apresentação  da lei que definirá o efetivo mínimo para todas as polícias do Estado.

Fonte - decom/ale-ro

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