HOMEM: O QUE NOS UNEM, NOS TORNAM IGUAIS

J o momento das cincias pararem de se portar no como entes dissociados e divergentes cuja coexistncia de um modelo estruturado de pensamento no pode existir com outro modelo considerado antagnico ou no vinculado.
Sabado, 23 de Maio de 2015 - 10:18

Esta obra pretende apropriar de termos das Neurociências, Psicopedagogia e Psicanálise com o intuito de mostrar que é possível cristalizar uma única teoria sobre a estrutura de formação do princípio de aprendizado respeitando cada uma das áreas e preservar a essência do conhecimento ao ser somatizado.

Já é o momento das ciências pararem de se portar não como entes dissociados e divergentes cuja coexistência de um modelo estruturado de pensamento não pode existir com outro modelo considerado antagônico ou não vinculado.

O ser humano é apenas um ente integrado, então nada justifica a briga secular de egos pela predominância de visões que separadas distorcem o que verdadeiramente é o homem na sua forma plena.

É tempo de reconhecer que toda teoria é apenas um ordenamento para melhor compreensão do que chamamos de realidade e que perspectivas, focos e pontos de expressão coexistem em diferentes acepções e apenas o desejo egoísta da prevalência da retórica é que torna a necessidade de conquista de uma visão singular que por ser menos diversificada não contribui para cristalizar a arte da mente.

INTRODUÇÃO

O nascimento do homem será nosso ponto de partida para explicar como etapas do desenvolvimento cerebral se desdobram de forma multilinear (multidimensional) a formar uma atemporalidade e não localidade, onde decorre um princípio de deslocamento de lembranças que podem transcorrer desde os registros mais remotos do ser humano em sua fase de vida, como também o deslocamento que não está fixo a um contexto material em que o espaço físico do ambiente não venha a aprisionar o intelecto de um indivíduo impossibilitando-o de sua natureza de imaginar coisas, elementos e lugares distintos.

O inconsciente humano ao ser carregado por estímulos ambientais decorre da transformação da apreensão do espaço exterior do indivíduo que ao ser canalizado impulsos elétricos são transformados em pulsões na área do sistema nervoso central a formar circuitos neurais que ao atingirem a pressão ou força suficiente para desencadear reações motoras e sensoriais de forma consciente migra elementos cognitivos de uma área de fixação do sinal para uma área de reação coordenada.

Esse armazenamento e processamento que estão sendo trabalhados de forma imperceptível, dinamicamente e freneticamente desde o nascimento pelo cérebro humano na forma de inconsciente são a base de sustentação para a cristalização do sistema volitivo do indivíduo em que seus desejos e prazer possam ser ancorados numa vontade independente na formação dos princípios e valores da energia nobre existente nos indivíduos em que no passado remoto da civilização humana foi batizado como alma, espírito e essência divina. Tamanha a nobreza e sutileza do que era considerado vital para o existencialismo do ser humano.

O DESENVOLVIMENTO CEREBRAL DO APRENDIZADO

O cérebro humano trabalha de forma multidimensional e multifacetado processo que vamos trilhar a partir deste momento a demonstrar que o cérebro não é capaz de parar sua influência de controle dinâmico sobre o indivíduo em condições normais, nada aqui exposto versará sobre a exceção patológica do rompimento das etapas de evolução do aprendizado.

No princípio do indivíduo na sua concepção ou nascimento, a mente humana ao entrar em contato com o mundo externo ao útero materno começa por uma busca incessante em se permitir influenciar pelo espectro áudio, visual e experimental do mundo físico.

Então a mente começa a fabricar filmes de apreensão de dados que são coletados a partir das intensidades e variações ambientais cuja atenção e foco canalizados para tais apreensões são condicionados a fatores de aprendizado, em que uma experimentação apreendida endossa uma retenção de sinal para a apropriação seguinte no qual se espera que este processo seja elaborado de forma seletiva e integrada a sobrepor na forma de oitavas informações cada vez mais complexas do ponto de vista cerebral.

A apropriação inicial é sequencialmente sobreposta por informações mais complexas e os vários núcleos que integram as percepções isoladas se integram para formar uma ordenação coesa do tridimensional ao qual caracterizamos como uma estrutura de somatização do aparelho biológico cujo resultado é um bloco de instruções que permite a um indivíduo navegar de forma virtual sobre a atmosfera ao qual pertence, dando a este indivíduo a impressão de estar diretamente vinculado ao ambiente, sem de fato pertencer de forma contígua ao mesmo.

O processo de somatização para a formação da realidade abstrai apenas a energia que flui do exterior do indivíduo para represar com um leve delay os elementos do espectro que os recursos biológicos são perceptíveis em termos de apropriação, retenção e transferência de propriedades. Então o que os seres humanos definem como realidade são apenas frames incompletos do que realmente é o espaço tridimensional em que o indivíduo está interagindo em processo de realidade fantástica.

Porém a realidade não é o único artifício de funcionamento do indivíduo, existe uma área de pré-ordenação psíquica em que os recursos cerebrais disponíveis lutam incessantemente para organizar as informações que são coletadas numa fração de milhões de megabytes/por segundo que pela sua essência desestruturada foi chamada de região onírica, ou região dos sonhos, por remeter a impressão de imprecisão ou falta de sequência lógica perfeita que a distingue do que é coordenado como realidade.

Porém controlando este mecanismo de afetação está o que Freud segmentou didaticamente como Id, Ego e Superego. O Id ele chamou ao conjunto de pulsões ou extintos que são resultados do que podemos fazer uma analogia a neurociências aos estímulos brutos que são levados para refinamento e processamento neural e ao serem transformados são capazes de originar mecanismos de pressão e força a conduzir propulsores de energia para a dinâmica cerebral possa gerar a motricidade necessária para uma dinâmica interna contínua e sequenciada, que se espera que seja sem falhas de ativação. Em termos fisiológicos são as emanações brutas de impulsos que se deslocam pelo sistema nervoso.

Ao Ego está a represa que mantém afastado da ativação motora-sensorial tudo o que a experiência e experimentação acumulada foi suficiente para identificar reações em cadeia que não resultaram em respostas Motora-sensoriais eficazes para a manutenção e integridade do organismo biológico e que se vinculou a noção de desprazer na afetação e sucessivas tentativas do organismo ao declínio de renovação dessa experimentação ou experiência. Ao ego se relaciona o deslocamento por represamento de impulsos brutos (Id) através do controle bicameral entre hipotálamo e a glândula da hipófise.

E ao Superego uma identificação originária sobre o impulso ambiental em que a mente é capaz de simular uma concordância social ou ambiental em que se convencionou de chamar tal concordância em um vínculo Moral cujo estímulo é a predominância da harmonia entre o que é externo e o que é próprio do indivíduo.

O superego se forma por uma combinação em que todo o sistema límbico do indivíduo interage na criação de um hipocampo responsável por coordenar as informações que foram distribuídas pela região conhecida como telencéfalo que agrega as informações mnemônicas de um indivíduo distribuídas na forma diametral de quatro lobos: frontal, parietal, temporal e occipital.

PRINCÍPIO DO HALO PERIMETRAL DEVIDO A FORMAÇÃO DO HIPOCAMPO

O fato de o desenvolvimento humano concentrar o cérebro de forma encapsulada na forma de um globo não é uma mera coincidência da organização cerebral. O cérebro humano está envolto sobre si mesmo como se constituísse uma carapaça.

O hipocampo é um campo de energia vibracional na porção eletromagnética originário da vibração do sistema límbico, mais precisamente da interação entre tálamo e hipotálamo (complexo talâmico). A vibração desta região cerebral é possível graças a variação de estados de minerais que podem ser ativados eletromagneticamente como a magnetita e guaninetita (Existem outros). Que ao excitarem com a energia que chega nesta área é capaz de coordenar frequências de ativação e desativação sináptica nas áreas adjacentes e mais externas principalmente do telencéfalo.

O Halo perimetral pode ser concebido como uma região circular em volta do sistema límbico que se desdobra em fluxos contínuos de densidade variada que são capazes de localizar as frequências pré-existentes na forma de engramas (unidades de alocação de fluxos energéticos na forma de neurônios na área conhecida como memória) para ativar a gradiente ɸ que ao ser encapsulado energeticamente é capaz de deslocar um fluxo de energia para uma angulação φ sobre o hipocampo como uma devolução de apreensão cuja consequência reflexiva seguinte é o deslocamento da pulsão ativada β para o núcleo caloso na localidade da região do córtex occipital para a conversão em um sistema de somatização ambiental que é na realidade um ordenamento sensorial que nutrirá a cadeia diretiva de comandos sequenciais em que o indivíduo deverá deslocar a sua atividade.

O núcleo da imagem acima é o sistema límbico a desenvolver o seu hipocampo na forma de Halo sobre a periferia hemisférica sagital dos lobos. Os halos permitem influenciar no desenvolvimento côncavo das estruturas neurais encadeadas a transformar agrupamentos neurais na forma de sucos e em micro unidades segmentares de neurônios especializados em formar engramas.

Uma unidade côncava é ao mesmo tempo um relé, uma bateria e um capacitor, que somente deixa chegar o impulso do outro lado do microssistema quando o impulso energético é forte o suficiente para movimentar o circuito de transformação sináptica eletricamente, gasosamente ou quimicamente. A natureza da transformação do deslocamento de energia vai depender do tipo de material que o hipocampo lança sobre o grupo de engramas num dado gradiente ɸ. Como vimos anteriormente quando o engrama consegue descarregar ao ser ativado uma carga de energia a uma angulação específica φ, esta angulação irá determinar o tipo de unidade somática que deve ser deslocada para a região de somatização para a composição de um cenário eletrostático.

A devolução da trama cinética ou malha cinética condensada na forma de uma somatização para o hipocampo desencadeará um processo devolutivo para as áreas aferentes coordenados por um fluxo de energia em intensidade diferente do pulso de migração para a formação da somatização, em que o resultado é a coordenação motora e sensorial do indivíduo.

PRINCÍPIO DA AMPLITUDE DA AÇÃO

Graças à evolução do ser humano existe um sistema que permite ao encéfalo garantir o contínuo aprendizado somático. Este processo é do princípio da amplitude da ação.

Imagine conforme o modelo de aprendizado contínuo o indivíduo nunca voltasse para recapitular o ensinamento apreendido, sua jornada de condensações contínuas de aprendizado seria uma sobreposição de informações indefinidamente e pouco se acrescentaria em termos de vivência.

O que o princípio de amplitude da ação determina é que a cada nova ativação do hipocampo as frequências eletromagnéticas ativam uma área adjacente Δ cuja amplitude condensa a informação momentânea a formar um platô-circuito de informações que são resgatas de um momento anterior até o momento mais presente, pela ordem de alocação de registro do setor cujo resultado é a formação de um complexo (o complexo é a resultante de associações entre vários elementos de fases de apreensões distintas).

A apreensão do momento ao formar o platô nivela uma informação ligada a duas ou mais fases distintas anteriores. Por isto é muito observado em ambiente clínico a migração de distúrbios passados a afetar o estado presente, que é uma aplicação deste mecanismo utilizada de forma a não satisfazer o seu real objetivo de sua existência.

O que determina o grau de fixação do platô por mais ou menos tempo é a pressão exercida pelo impulso α originário do estímulo bruto formador do Id e da própria pulsão ou Id β a fixar a frequência de manutenção do complexo por tempo indefinido devido à acomodação da frequência. Os tipos de complexos irão variar de acordo com a fase de desenvolvimento etária em que o indivíduo venha a se encontrar.

Em outras palavras o Halo Perimetral se sustenta em função da variação de Δ que se permite afetar pelas ondas eletromagnéticas sobre um bloco condensado de engramas. A consequência do agrupamento é que compostos de angulações f{φ} desencadeiam princípios mais densos de afetação na constituição somática fazendo com que a região f{ɸ} tenha uma influência maior sobre o processo decisivo deste indivíduo.

CONCLUSÃO

Se todo ser humano for capaz de compreender este princípio de formação do complexo em vez de deixar se migrar pela influência negativa de aspectos de trauma e inconsistência do passado será capaz de utilizar o seu mecanismo de retenção e lembrança para ativar de forma condensada as informações de forma fluídicas e instantâneas para o tipo de conhecimento de que necessitará para o seu desenvolvimento presente.

A psicanálise deixa de ser uma ciência meramente corretiva da vida do indivíduo para passar a ser uma ciência capaz de promover estados contínuos de desenvolvimento psíquico se integrada com outras áreas como a psicologia, psicopedagogia e as neurociências.

Aqui está uma importante contribuição para a compreensão do estado vibracional do indivíduo, bem como também as modernas acepções sobre a estrutura do salto quântico como mecanismo de elevação consciencional.

É meramente um mecanismo que já temos e que não sabemos utilizar de forma eficiente, porque até então ninguém nunca havia demonstrado sua porção lógica de existência.

Agora você já sabe como funciona, e já pode organizar sua mente para fazer o upgrade que merece para ser feliz e mais consciente dos seus atos.

Os mecanismos de melhoria já foram discutidos em tópicos anteriores, é uma simples questão de ordenamento cerebral, assim como eu você também é capaz de construir o seu futuro. Se dê a oportunidade de melhorar o seu desenvolvimento cerebral.

Fonte - Max Diniz Cruzeiro

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