EM SÃO MIGUEL DO GUAPORÉ, PODER JUDICIARIO PROMOVE ATO COLETIVO

Em São Miguel do Guaporé, a Dra. LIGIANE ZIGIOTTO BENDER, juíza de direito em substituição, reuniu no auditório do fórum da comarca diversas autoridades dentre elas o Promotor de Justiça Jônatas Albuquergue Pires Rocha, Delegado de Policia Dr. Dennis Antonio Leite Borges Titular da 1ª DP, Prefeito de São Miguel do Guaporé Zenildo Pereira dos Santos
Quinta-Feira, 14 de Maio de 2015 - 18:36

Em São Miguel do Guaporé, a Dra. LIGIANE ZIGIOTTO BENDER, juíza de direito em substituição,  reuniu no auditório do fórum da comarca diversas autoridades dentre elas o Promotor de Justiça Jônatas Albuquergue Pires Rocha, Delegado de Policia Dr. Dennis Antonio Leite Borges Titular da 1ª DP, Prefeito de São Miguel do Guaporé Zenildo Pereira dos Santos, Representante da OAB Dr. Admir Teixeira, Representante da Defensoria Publica Janaina Pereira Porto e Ismael Crispin, vereador representando a Camara Municipal, onde foi lida uma carta da Assosciação dos Magistrados de Rondônia, ao tempo que as autoridades presentes usando da palavra repudiaram o atentado ocorrido na cidade de Pimenta Bueno, ao tempo que empenharam solilidariedade e apoio as referidas autoridades.

A CARTA

Os magistrados do poder judiciário do estado de Rondônia promovem este ato coletivo no objetivo de repudiar e combater de forma absolutamente intransigente o ato de violência e barbárie praticado contra a magistrada Keila Alessandra Roeder Rocha de Almeida, seu esposo e seus filhos menores, em Pimenta Bueno, ao ser lançado um aparato explosivo contra a sua residência somente não causando lesões graves e, eventualmente, letais em razão de circustâncias alheias à vontade do autor do atentado.

Uma família rondoniense foi atacada, pais e filhos, uma magistrada, o estado democrático de direito foi atacado. Essa violência criminosa é conduta reprovada e inaceitável numa democracia, nada justificando ou legitimando o seu uso, sob qualquer argumento de justiça ou injustiça, seja contra outro cidadão, instituição privada ou do estado,  o poder judiciário vive dessa premisssa de não violência e de imposição rigorosa dos meios e formas legais na solução dos conflitos civis ou criminais, eventual sentimento de injustiça em relação a decisões do poder judiciário é passível de impugnação pelas vias legais e instâncias legítimas (tribunais de justiça, superior tribunal de justiça, supremo tribunal federal), nada justifica a violência.

Nós magistrados deste Poder Judiciário não nos curvaremos a este tipo de conduta e continuaremos a exercer o nosso mister com coragem, firmeza, independência e imparcialidade, aguardando os trâmites da investigação, exortamos as autoridades responsáveis à apuração integral a fim de que este ato de afronta à magistratura e ao próprio estado democrático de direito, não fique impune.

Fonte - tj/ro

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