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Sexta-Feira, 04 de Dezembro de 2020

EM AUDIÊNCIA PÚBLICA, MORADORES PEDEM A REVITALIZAÇÃO DO CANAL DOS TANQUES

Em discurso, o vereador e presidente da Câmara Municipal de Porto Velho- CMPV, Jurandir Bengala, agradeceu a presença de todos os representantes e destacou que se metade dos moradores de Porto Velho fossem tão empenhados como os presentes na audiência pública, o município estaria diferente.
Quinta-Feira, 07 de Maio de 2015 - 11:00

Em atenção ao requerimento Nº024/CMPV-2015, de autoria do vereador Jurandir Bengala, os vereadores debateram na tarde de ontem, o problema do canal dos tanques e adjacências. Estiveram presentes na audiência, o secretário da Sema, Edjales Brito, o relator da comissão de todos os canais de Porto Velho, Antônio da Silva (conhecido como cabeça branca), o representante do bairro Costa e Silva, Dionísio Gomes,  representante do Conselho Municipal de Porto Velho, Rosália Costa, representante do bairro Nova Porto Velho Helenice Maria dos Santos, do representante do Conselho Municipal de Porto Velho, Daniel Ferreira, entre outros representantes.

Em discurso, o vereador e presidente da Câmara Municipal de Porto Velho- CMPV, Jurandir Bengala, agradeceu a presença de todos os representantes e destacou que se metade dos moradores de Porto Velho fossem tão empenhados como os presentes na audiência pública, o município estaria diferente. “Agradeço a presença de todos e parabenizo a dedicação. Estamos vendo aqui pessoas que possuem um compromisso firmado com a cidade e que lutam por melhorias”, expõe Bengala. Ainda segundo o presidente da CMPV, a audiência pública tem como objetivo garantir uma solução eficaz para que o problema do canal dos tanques seja resolvido, uma vez que os moradores que moram próximos ao canal, passam por problemas diários e buscam uma resposta imediata.

De acordo com o relator da comissão de todos os canais de Porto Velho, Antônio da Silva, em seus quase 40 anos de Porto Velho, todos os prefeitos que assumem o município, andam um passo para frente e dois para trás. “Eu tive o prazer de trabalhar no canal da maternidade de Rio Branco e queremos trazer esse projeto para Porto Velho. Nós quatro cantos de Porto Velho foram realizados trabalhos, mas é preciso fazer mais. Estamos lidando com focos de dengue nesses canais entre outros problemas. Todos os gestores que entram não conseguem resolver esses problemas. Acredito que a partir dessa audiência, conseguiremos elaborar um projeto para que essas mazelas sejam resolvidas. Mas desde então, tenho a convicção que esse trabalho precisa ser feito pela prefeitura, Governo do Estado, Governo Federal e sociedade civil. A sociedade também precisa fazer sua parte”, diz Silva.  

Segundo o secretário da Sema, Edjales Brito, a cidade de Porto Velho nasceu às margens do rio Madeira e o canal dos tanques possui ocupações com mais de 30 anos, ocupações recentes e todas de formas irregulares e sem planejamento. “Falar do canal dos tanques não é uma tarefa fácil. Muitos dizem que Porto Velho foi planejada nos moldes dos ingleses e americanos na época da construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, no entanto eles não se apegaram em planejamento. Nosso código ambiental vai completar 14 anos, é uma política nova e complexa. A questão dos canais remete a forma com que o solo de Porto Velho é ocupado. Na área ambiental precisamos proteger as nossas APPS – Áreas de Proteção Permanentes. Eu até digo que nossos fiscais são verdadeiros guerreiros, uma vez que cuidar de uma capital amazônica não é simples. Essa questão dos canal dos tanques envolve planejamento territorial, proteção ambiental e inclusão social, como já foi citado de exemplo, o parque da maternidade de Rio Branco, lá eles conseguiram fazer essa junção. Porém para que isso seja realizado em Porto Velho, precisamos unir as três esferas”, afirma o secretário.

Em discurso, o vereador José Wildes, afirmou o compromisso da Câmara Municipal de Porto Velho em ajudar os munícipes. “Estamos na condição de fazer. Precisamos elaborar projetos para que os recursos cheguem. Sabemos que muitos estão apenas querendo ganhar uma casa, mas outros realmente estão em situação crítica”, expõe Wildes. Para a representante do Conselho Municipal de Porto Velho, Rosália Costa, a falta de projetos e recursos impede que sejam feitas as melhorias almejadas pela população na cidade de Porto Velho. “Temos esperança que essas questões serão resolvidas e que a nossa cidade será reestruturada em breve. Eu gostaria que os vereadores se colocassem como morador do município de Porto Velho, como morador eles irão cobrar melhorias para seus bairros e suas ruas. Em relação ao canal, o certo seria fazer um trabalho com essas famílias, para que a partir de ontem não seja mais construído uma casa nesse canal e cada morador que já está lá, deveria ser responsável por cuidar do canal”, diz.

Segundo o representante do bairro Costa e Silva, Dionísio Gomes, o sonho dos moradores da região é revitalizar o canal dos tanques. “Quando a gente fala em canal dos tanques, muita gente pensa em esgoto. Eu escolhi morar lá porque achei uma boa região, muitas pessoas já tiraram seus sustento desse canal. Estamos formando uma comissão voluntária não para tirar as pessoas de lá, não para desapropriar ninguém. O trabalho da comissão e tentar salvar o que resta do canal dos tanques. O canal dos tanques é uma fonte de água viva. Precisamos criar forças para revitalizar a nascente do canal dos tanques. Sei que em longo prazo poderemos ter uma água saudável, uma água que poderá beneficiar boa parte da população de Porto Velho. Nosso foco nessa audiência é buscar parcerias”, finaliza Gomes.

Fonte - Assessoria

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