FALTA O GRITO PELO PARLAMENTARISMO

O atual sistema se revelou p韋io, nojento, mais que hip骳rita, destrutivo para sociedade, precisa terminar.
Domingo, 03 de Maio de 2015 - 12:51

Desde que fora adotado pela Constituição de 1891, o presidencialismo tem ficado restrito às preferências de seus defensores, em razão de que, no parlamentarismo, o método de governança, é de muito longe o balcão de  negócios que se verifica estar imerso o Governo Federal, Estadual e Municipal, mais imerso ainda, o  Congresso Nacional, respingando nas Assembléias e Câmaras Municipais.

A fala nesta última semana do “arauto” de araque da moralidade, vide seu passado, senador Renan Calheiros (PMDB), afirmando que “o Brasil não deve se pautar pelo RH (recursos humanos) e pela distribuição de cargos e boquinhas”, selou o fim de um sistema de governo. 

O povo que paga essa conta, mas se revela  analfabeto político pelos últimos gritos, “queremos reforma” sem dizer o que, qual, não consegue perceber o “câncer” que esse modelo causa quando se observa as mazelas que se acumulam na falta de saúde, educação capenga, segurança a mercê de criminosos e infraestrutura do país aos tempos de império, visto a maioria das estradas brasileiras, ainda carece de uma bom asfalto e muitas delas, nunca viram  massa asfáltica.

Apenas para reflexão, na Europa e maioria dos países com desenvolvimento, os veículos passam a circular por de cinco anos sem necessidade de reparos na suspensão, aqui, não chega um ano. Lá, avarias e defeitos em asfalto impõe indenizações milionárias contra o governo. Aqui, o judiciário não reconhece as ações, parece atuar em conluio e ou inoperante, refém do sistema, longe do direito do cidadão preconizado na nossa Constituição.

Testado no Brasil, o parlamentarismo, instituído no período entre 1961 e 1963, solução emergente da crise institucional, face a renúncia de Jânio Quadros, atingiu na medula os presidencialistas à época. 

Como Poder Moderador, o parlamentarismo, coloca sobre os ombros do primeiro-ministro, à condução da economia, podendo, se pego em manobras que afrontam a boa política, a ética, a moralidade e a ausência de eficiência com a coisa pública, cai todo o governo, de primeiro-ministro a seus colaboradores. 

Salvo melhor juízo, no parlamentarismo, graças a Deus, não se verifica “arroto” de um presidente do Senado ou da Câmara. No parlamentarismo, se manifestam por expediente e não por querer ser atores principais, temos que conviver assistindo esses falsos “arautos” da moralidade dominar a mídia com suas falas declaradamente mentirosas, falaciosas que causam escárnio, mal estar e revira o estômago, causando, sempre, vontade de “vomitar”. Quando eles falam, parece que os éticos, moralistas, estadistas honestos, não existem no país. Eles é que os representam. Meu Deus, volta Jesus. Cadê o grito do Parlamentarismo?    

Caetano Neto – advogado
Presidente da Associação de Defesa dos Direitos da Cidadania - ADDC

Fonte - Assessoria

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