PR罷ICAS DE ENSINO INCLUSIVO MELHORAM INDICADORES EM ESCOLA ESTADUAL DE ARIQUEMES

O projeto pedag骻ico Orientando e Construindo Talentos, desenvolvido por professores da escola estadual Jardim das Pedras, em Ariquemes, apontado como um dos modelos de ensino inclusivo na regi鉶. O incentivo ao aprendizado a partir da tem醫ica de preven玢o e combate viol阯cia e 鄐 drogas come鏰 a apresentar resultados animadores e a formar multiplicadores na pr髉ria escola.
Segunda-Feira, 27 de Abril de 2015 - 16:10

O projeto pedagógico Orientando e Construindo Talentos, desenvolvido por professores da escola estadual Jardim das Pedras, em Ariquemes, é apontado como um dos modelos de ensino inclusivo na região. O incentivo ao aprendizado – a partir da temática de prevenção e combate à violência e às drogas – começa a apresentar resultados animadores e a formar multiplicadores na própria escola.

Com base no projeto, os professores trocam práticas didáticas tradicionais pelo uso do teatro musical como método de ensino.

Relacionada entre as escolas de médio porte da região, e localizada no bairro das Pedrinhas, a escola se transformou, desde a adesão de dezenas de alunos ao projeto, num ambiente mais interativo e inclusivo, segundo os professores responsáveis pela busca de novas alternativas para trabalhar de maneira inovadora e dinâmica o processo de ensino e aprendizagem.

Um dos fatores que contribuíram para facilitar as atividades, conforme a diretora, Edelaine Ronconi, foi o fato de os professores terem vínculo não só profissional, mas também de amizade com a comunidade e seus estudantes.

Os participantes tiveram destacada a apresentação durante a abertura do projeto “Gestão Escolar em Ação”, realizado pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc), em Ariquemes, com a presença do governador Confúcio Moura.

Na sexta-feira (24), o governador retornou à escola para conhecer melhor o projeto e o trabalho desenvolvido pelos professores. Depois de ressaltar a importância do trabalho, ele lembrou a necessidade de se buscar também meios para reduzir as estatísticas da defasagem no aprendizado; e quis saber da diretora, Edelaine Ronconi, como a escola estava trabalhando o fenômeno.

A diretora admitiu que ainda há alunos com defasagem escolar, mas que a equipe está buscando alternativas para reduzir o número. Além do projeto Salto, a escola faz parceria com faculdades.

No estágio dos universitários, os acadêmicos ministram aulas de reforço aos alunos com índices de defasagem. Outra iniciativa, são as aulas diferenciadas, entre as quais, dinâmicas, competições e adaptações curriculares. “A competição faz parte da adolescência, pois trabalha com fatores que estimulam. É nesse momento que ensinamos regras e responsabilidades”, disse Edelaine Ronconi.

O projeto “Orientando e Construindo Talentos”, ainda segundo ela, é uma iniciativa  que envolve os alunos, que de certa forma veem mais importância no estudo. “Esse projeto trabalha temáticas,  como bullying, drogas e violência escolar, por meio do teatro musical, fazendo os alunos compreender o que é certo e o que é errado”, apontou a diretora.

Para a coordenadora regional de Educação, Núria Saguê, a escola trabalha de maneira séria, a partir do lúdico, conteúdos de formas diferenciadas, que tornam possível ao aluno uma reflexão do ato de ser cidadão. “Ela traz o mundo para dentro do muro da escola”, resume.Na visita, o governador agradeceu a dedicação de toda a equipe da escola, e observou que são exemplos assim que contribuem para a formação do cidadão, ciente e consciente de que os alunos têm direitos, mas também deveres.

Um aluno de 14 anos disse que quando começou a estudar na escola, há dois anos, era agressivo, não tinha paciência com os colegas e até com os professores. Achava que resolvia tudo na pancada, quando na verdade arrumava mais problemas.

Com o acompanhamento da  equipe  escolar, ele ficou mais calmo e passou a participar do projeto Salto, possibilitando cursar o  7º  e  8º anos neste ano.

Atualmente, atua como voluntário do projeto e transmite orientações aos colegas sobre bullying, drogas e violência. “Eu sou um parceiro da escola”, garante.

Com planos para cursar engenharia mecânica, ele explicou que antes não queria nem ouvir falar em escola, mas agora se pudesse ficaria o dia todo.

Fonte - decom/gov-ro

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