O QUE É REJEIÇÃO?

Sua densidade de ação é tão alta que é capaz de gerar alguns tipos de transtornos emocionais e fazer com que dentro do indivíduo rejeitado sentimentos de desprezo, angústia, depressão, medo, temor e outros destas classes de impropriedades passem a coexistir de forma mais perseverantes.
Sabado, 25 de Abril de 2015 - 10:19

A rejeição é uma forma de alguém sentir dentro de si uma depreciação que supõe a outras pessoas a capacidade de não ser aceita em sociedade ou dentro de um grupo que para si tem uma significante importância.

Para ter a percepção inicial de rejeição pressupõe que o indivíduo dê valor a um tipo de aceite por parte do agrupamento ao qual pertença. Por razões internas todo ser humano necessita de desenvolver dentro de si referências de arquétipos, quase sempre idealizados na forma de pessoas cujos referenciais denotam atributos que gostariam que pertencessem ao indivíduo em si, mas se convém observá-lo como um elemento espelho, que ao ser observado induz a si próprio dentro de uma meta de chegar ao nível almejado.

Quando esta referência que é algo de extrema significância para um indivíduo passa a reagir contrário aos estímulos idealizados de consonância com o comportamento social idealizado, a rejeição dentro do indivíduo aflora como uma tratativa negativa cuja relevância desperta no organismo humano uma afetação que o faz entrar em sintonia com uma carga somática muito elevada.

Se a pessoa rejeitada diminuísse a importância inicial para os vínculos que ela for capaz de visualizar no ambiente para que o olhar distante de outras pessoas, as palavras pronunciadas de forma brusca, o comportamento agressivo por parte de outras pessoas, o não acesso a elementos que julgue importante para seu desenvolvimento no poder de outras pessoas e que estas criem uma atmosfera que impeça o acesso, na certa seria o passo inicial para fazer com que o fisiológico voltasse a desenvolver dentro de uma linha homeostática de equilíbrio.

Em seguida, uma vez que os fatores internos estivessem totalmente ajustados à lógica corrente de conduzir uma vida sem a canalização excessiva sobre o olhar crítico de outras pessoas sobre a vida do indivíduo, seria observar os fatores que geram tanto constrangimento dentro do contexto em que o indivídio está inserido.

Essa observação externa do que afeta o indivíduo, condicionado a internalização consciente dos efeitos que são reproduzidos quando ativam elementos de valor cognitivo dentro do intelecto humano pode ser bastante útil para equacionar o realinhamento entre o que de fato é percebido e o que é expandido para dentro da mente humana como uma resposta inapropriada para corresponder de forma associativa com o grupo em questão.

Uma vez que o indivíduo é capaz de notar o cenário ilusório e o real aproximado de suas expectativas de como deveria moldar o comportamento das outras pessoas perante sua visão interna de como os relacionamentos deveriam se ajustar, o indivíduo está apto para fazer um julgamento consciente de suas ações com foco nas inflexões que seu comportamento afeta diretamente o ambiente.

Se verificado internamente a este indivíduo que de fato exista algum atributo seu que esteja trilhando um caminho de dissídios, este deverá seguir o caminho da busca da solução do empasse de forma pacífica, demonstrando dentro de si os reais valores que o fazem desenvolver a sua linha de raciocínio e minimizar os equívocos de interpretação das etapas e dos processos de comunicação entre os indivíduos.

Induzir-se ao isolamento por perceber que esteja de fato sento rejeitado não irá melhorar o seu relacionamento para com o grupo. O ideal é demonstrar o real sentido dos argumentos que fazem você agir de uma forma diferenciada do grupo.

Se mesmo assim, o grupo após ouvir seus argumentos demonstrar que o comportamento que visualizam de sua pessoa é motivo edificante para o advento da rejeição, então você deverá observar o embasamento teórico em que as proposições estão embasadas.

Para a partir deste ponto você afirmar-se dentro do grupo segundo sua posição interior das linhas de raciocínio que você verdadeiramente segue em sua vida. E não havendo forma de conciliação pacífica, buscar as vias legais caso o comportamento alheio seja agressivo o suficiente em que a assertiva da justiça esteja ancorada segundo seus preceitos de vida que optou a seguir.

Reduzir a importância da opinião alheia no modo de vida de um adulto pode ser uma solução certa para devolver o equilíbrio e a paz antes perdida.

A todo instante pessoas devem tentar mostrar o seu valor dentro de uma sociedade, mas quando indivíduos se fecham para que o processo de comunicação seja estabelecido não adianta insistir em ser querido ou bem quisto pelas pessoas que assim o fazem, porque elas já possuem argumentos suficientes para tomarem as atitudes que supõem achar que estão certas dentro de suas linhas de argumento. E as sucessivas tentativas só se converterão em mais motivos para inflamarem seus egos diante de suas certezas e vaidades.

Não perca tempo com brevidades que reduzem sua vida pelo mimo ou capricho de outras pessoas. Passe a viver de forma consciente e cada vez mais consciente com pessoas que realmente dão valor a você em sua existência e que te aceita da forma que você é e age, e que são capazes de mostrar seus erros e mesmo assim saber te amar.

Fonte - Max Diniz Cruzeiro

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