POL虲IA MILITAR E AGEPEN扴 CONTROLAM REBELI肙 NO PRES虳IO AGENOR MARTINS DE CARVALHO

Ap髎 v醨ias tentativas frustradas para acabar com a rebeli鉶 e, temendo um mal maior, o Comandante do 2 BPM, ordenou a entrada t醫ica do Grupo de Opera珲es Especiais, comandando pelo Tenente Paulo e Tenente Edimar.
Segunda-Feira, 13 de Abril de 2015 - 15:34

A rebelião começou por volta das 08h00, desta segunda-feira (13), no Pavilhão “B”, do regime fechado do Presídio Agenor Martins de Carvalho, onde 142 apenados cumprem pena. Sem nenhuma reivindicação, os presidiários empilharam colchões na grade principal do pavilhão e começaram a jogar pedras nos Agentes Penitenciários e nos Policiais Militares das guaritas que fazem a segurança externa do complexo penitenciário.

O Gerente da SEJUS, Robson Mendes Codeço, compareceu no local e tentou negociar o fim da rebelião, porém os rebelados não queriam nenhum tipo de acordo. Armados de pedaços de ferro e pedras, os presos ameaçavam os Agentes e PM’s.

O Comandante do 2º BPM, Tenente Coronel Plínio, juntamente com o Subcomandante, Major PM Paradella e o comandante da 1ª Cia, Major Sena, se deslocaram, juntamente com todo o efetivo do GOE (Grupo de Operações Especiais) e Guarnições de Rádio Patrulha, para a Penitenciária.

Após várias tentativas frustradas para acabar com a rebelião e, temendo um mal maior, o Comandante do 2º BPM, ordenou a entrada tática do Grupo de Operações Especiais, comandando pelo Tenente Paulo e Tenente Edimar.

Logo na entrada, a tropa de Choque foi recebida a pedradas e os apenados atearam fogo em colhões, impedindo, temporariamente, a ação da PM. Com a ajuda do Corpo de Bombeiros, o incêndio foi controlado e a tropa entrou no Pavilhão, estabelecendo a ordem naquele sistema prisional.

O Gerente da SEJUS, Robson Codeço, lamentou a situação, pois, segundo ele, há poucos dias conseguiu, com muita dificuldade, cerca de 100 colchões novos que foram destruídos na rebelião de hoje.

Algumas mulheres dos presidiários tentaram atear fogo na Ponte do Rio Nazaré, que liga o Presídio a cidade, mas foram interceptadas por Policiais Militares do Serviço Reservado. Três mulheres foram flagradas iniciando o incêndio na ponte e foram presas em flagrante.

Fonte - COMANDO 190

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