O QUE SÃO DESISTÊNCIAS?

O sentido dual de sua aplicação remete a fatores positivos ou negativos conforme uma aplicação hipotética em que sua utilização se vincule a um aspecto cognitivo que promova uma mudança interna na trajetória de vida de um indivíduo.
Quinta-Feira, 19 de Março de 2015 - 18:09

Desistências são movimentos voluntários em que uma pessoa estabelece para si como um esforço para conter um objetivo inalcançável ou de difícil obtenção.

Para promover um movimento que gere uma desistência de determinados atributos é preciso gerar um desapego a uma norma ou regra que para o indivíduo exista uma percepção de ser algo de alto valor agregado.

A substituição dos elementos que não são possíveis de serem concretizados por vezes é uma escolha dolorosa e gera intranquilidade consciencional dentro de um indivíduo.

O problema é que quando um indivíduo incorpora premissas dentro de si e passa a atribuir valores para elas, e de repente um movimento análogo vindo do ambiente diz que é necessário rever os conceitos, a difícil decisão para ajustar a um padrão de vida idealizado que seja mais próximo da realidade grupal pode indicar uma necessidade de fazer da desistência de objetivo seja uma alternativa para devolver o equilíbrio ao indivíduo.

A desistência não está fadada apenas a mudança de critério em consonância a um modelo de vida. Ela também pode estar contida dentro de um propósito, da utilização de uma estrutura lógica de pensamento que não causa por si mesmo bons resultados, da intencionalidade, da mudança do sentido, da necessidade da mudança da atenção, como também de forma mais específica da apropriação do foco como uma resultante de ativação da consciência.

Todas as canalizações descritas anteriormente podem ser rotacionadas conforme om quadro reflexivo que melhor ajuste um modelo sensorial de indivíduos. Para isto é  necessário haver desistência de princípios para que o apego a geração da situação possa induzir formas inovadoras de melhor gerenciar a cognição humana.

Nem sempre é possível verificar uma necessidade por mudar a forma de visualização das estruturas que movimentam um indivíduo. Para conseguir equilíbrio é preciso estudar as rotas em que os pensamentos frequentemente se vinculam dentro do indivíduo a formar as mais diferentes variações de percepções.

Portanto, soa importante as vezes determinar o qual significativo é para si mesmo atribuir sequências de pensamentos que não irão converter em informações uteis ao desenvolvimento pessoal.

Por isto se desfazer do apego em que a abstração é capaz de gerar dentro do indivíduo é essencial para que a desistência de um ato que não tem mais uma reflexão positiva no indivíduo possa dar vazão aos elementos novos que podem ministrar um upgrade motivacional que dará fôlego a novas sequências de atitudes que o indivíduo trilhar como fundamentais para sua existência.

Por vezes atributos importantes, como honra, palavra, constância, coerência, coesão,... e outros dentro desta mesma linha de pensamento, podem ser aplicados em um sentido adverso em que um contexto em que a pessoa venha a se afetar por uma desistência, sua aplicação venha carregada de privações que remetem a falsa impressão de não dignidade pela mudança de comportamento em que um processo de desistência possa atribuir a uma pessoa em específico. Por vezes desistir é muito mais nobre que provocar erros consecutivos em torno de estados de transformações que não trarão um estado de realização absoluta.

Para isto existe planejamento. E através dele processos de reestruturação do pensamento, para medir o grau de afetação em que as transformações ambientais são capazes de modificar a percepção do meio. E uma vez que tais modificações possam ser expressas na forma de impactos diretos sobre a estrutura da ação, é conveniente abstrair e ajustar o que não é concreto de realização futura.

Esta readequação de processos é fundamental para que o aprendizado sobre a mudança possa ser assimilado. Uma coisa é percepção integral de algo antes do fato ter seu início de ocorrência, outra coisa é o fato começar a ser desencadeado e somar informações no decorrer do processo que possam ser utilizadas para somar inflexões que conduziram a melhores resultados.

Por isto é importante reconhecer que alguns aspectos do planejamento do pensamento podem sofrer alterações e reformulações no decorrer do processo, a fim da percepção continua vir a ser melhorada por um processo de gestão pela aplicação da saberia apreendida pela aplicação do conhecimento.

Desistir por vezes é uma vantagem relativa do ser humano. É saber que se o caminho pelo qual está conduzindo uma atitude caminha para o abismo e não teimar em seguir a mesma trajetória, porque se sabe que o final será a queda, e em vez disto desistir de perseguir o objetivo por esta via de ação, para buscar na desistência uma alternativa para que um objetivo mais concreto e real para este indivíduo possa ser alcançado de forma mais tranquila. É preciso ousar ir além do obstáculo e para isto é fundamental romper os laços do apego ao pensamento que aprisiona.

Fonte - Max Diniz Cruzeiro

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