LEGALIZAÇÃO DOS GARIMPOS É A ÚNICA PROPOSTA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PARA AMAZÔNIA

Enquanto isso, no Amazonas, os governos optaram desde o acontecimento da RIO +20 pela efetivas propostas para o desenvolvimento sustentável na região de garimpagem e do agronegócio mineral’, essas ações estão contidas na ‘Carta dos Governadores da Amazônia e da Carta da Amazônia Brasileira Para a RIO + 20’.
Quinta-Feira, 19 de Março de 2015 - 11:34

Da Redação do NewsRondônia

Sul do Amazonas/BRASIL – A transformação da atividade garimpeira ilegal em segmento legalizado, só depende dos Governos dos estados e da União Federal, isso é parte do novo pensamento de um grupo de interesse do segmento da mineração no eixo Amazonas e Rondônia que pretende mover terra e água para que o ilegal seja abolido, de vez.

Estudos da Cooperativa dos Garimpeiros, Mineração e Agro-florestal [MINACOOP] por pesquisadores de renome do I Congresso Internacional de Mineração e Garimpagem Sustentável na Amazônia [I CIMIGS], realizado, em 2012, na Universidade Luterana do Brasil [ULBRA-RO], ‘ainda há uma cultura de que o garimpeiro é bandido e usurpador’.

De acordo com a entidade, após o conclave se criou uma nova mentalidade que ainda não foi absorvida, especialmente, pelo Governo da vizinha Rondônia. Com exceção do Amazonas, ‘lá, no outro lado, as medidas em desfavor dos trabalhadores, são puramente repressivas e desumanas’.

Do I CIMIGS a RIO+20, os governos Ivo Cassol [PP] e Confúcio Moura [PMDB] só enfraqueceram a figura do garimpeiro e das mineradoras que, verdadeiramente, lutam pela legalização dos garimpos do Mutum-Paraná, Belmont [Calha do Rio Madeira], no entorno da APA Rio Madeira, Rio Machado e região dos grotões do Estado no viés Pimenta Bueno e Espigão do Oeste.

Parte desses estudos direciona a atividade sustentável nos garimpos, mas também, indicam atitudes que devem ser tomadas para que se ponham fim à figura do garimpeiro artesanal envolvido nas extrações ilegais em região de aluviões e sequeiro, bem como em Terra Indígena [TI], objeto de intensas operações do IBAMA, FUNAI e da Polícia Federal.

Fruto dessa mudança de hábito, antes mesmo das ações ferozes empreendidas pelo novo titular da secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental [SEDAM-Rondônia], apenas a MINACOOP excluiu cooperados oitivados na Polícia Federal e na condição de inadimplência. As cooperativas de maior rentabilidade, ainda não divulgaram nem mesmo os balanços contidos no Relatório Anual de Lavra [RAL] e os valores reais da CFEM referentes aos exercícios da última década.

Sob a condição de anonimato, parte dos membros do novo grupo de interesse que pretende instaurar, de vez, a garimpagem sustentável nos garimpos rondonienses  a partir do emprego de novas tecnologias, ‘é favorável que a discussão tem que levar em consideração a ótica de quem vive aqui e não de quem está lá fora’, a exemplo do que estar contido nos documentos da RIO+20 na questão ambiental à Amazônia Brasileira.

O emprego de novas tecnologias na atividade garimpeira, sobretudo no estado vizinho, onde o órgão fiscalizador [SEDAM] responde a um verdadeiro Tsunami de denúncias de corrupção, desmandos e disfunções de servidores, ‘fatalmente, irá incomodar quem sempre usufruiu dos garimpos ilegais e da sonegação advinda no ouro sem comprovação de origem’, atesta geólogo que dispara suas críticas a omissão do governador Confúcio quanto a sua insensibilidade ao potencial mineral de seu Estado.

Segundo esse novo grupo de abnegados defensores da legalização definitiva dos garimpos amazônicos, especialmente os do Estado rondoniense, ‘não há mais o que debater sobre nossas propostas, vez que já demandam 30 anos da atividade garimpeira, praticamente, à margem da legislação pertinente’.

- Esse nunca foi o nosso propósito, atestam fontes assentadas no Grupo de Trabalho e Ação que pretende reaglutinar setores da cadeia mineral do Amazonas e Rondônia e fazer chegar seus projetos à presidente Dilma Rousseff.

Fonte - NewsRondônia

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