O QUE É ABSTRAÇÃO?

A base de toda expressão que visa comunicar estados de afetação do ambiente sobre o indivíduo é composta por conjunto de ordenação de abstrações.
Sabado, 14 de Março de 2015 - 10:36

Abstração é uma somatização de elementos físicos e químicos na forma de um fluxo dinâmico com características de solidez estática que carrega uma representação de uma característica extraída do ambiente capaz de integrar uma unidade conceitual como um elemento presente no universo em que existe uma identificação direta do indivíduo com um referencial externo capaz de sintetizar uma informação integral.

Abstrações por agregarem elementos associados como um grande quebra-cabeça que uma vez coeso monta uma tela de televisão onde o conceito é percebido, torna possível a dissociação de novos elementos pela separação das partes.

Cada vez mais que uma abstração é quebrada, novas abstrações vão surgindo a fim de formar outras unidades referenciais dispostas no ambiente.

Como um movimento cíclico, elementos responsáveis por canalizar abstrações se reduzem a novas abstrações a gerarem contextos cíclicos em coesão de novas abstrações tornando um movimento infinitamente contínuo que não tem natureza primária de existência.

Quanto mais associadas as informações conceituais, mais profundas são as associações na forma abstrata a formar uma rede de informações que serve de função geratriz para agrupamentos contínuos de novas abstrações formando um encadeamento que não tem fim enquanto a estrutura cognitiva do indivíduo estiver em pleno funcionamento.

A base de toda expressão que visa comunicar estados de afetação do ambiente sobre o indivíduo é composta por conjunto de ordenação de abstrações.

A velocidade, ciclicidade e movimentos transitórios de estados condicionam as abstrações a deslocarem o centro da vontade humana para corresponder ao nível de envolvimento que a expressão da comunicação exige para uma sociedade.

O tempo se torna um argumento relativo conforme a velocidade de quem interage cria uma rotina procedural de absorver, interpretar e gestar a comunicação como um ato discricionário condicionado a uma constante de afetação exigido pelo agrupamento de que o indivíduo venha a fazer parte.

As transições de estados orgânicos ocorrem em virtude dos movimentos de abstração em que o indivíduo utiliza como linhas de comando para gerenciar de forma semântica ou procedural no desencadeamento de forças que administram e canalizam as energias em que dispõem o organismo para trabalhar a troca de informações biológicas de forma sistêmica.

É praticamente impossível para o cérebro humano recompor uma abstração com os mesmos elementos que a identificaram e a integraram pela primeira vez.

Por esta natureza da necessidade de sua contínua formação e rearranjo, existe uma tendência natural para toda abstração vir a se perder com o tempo, pois o seu desuso é suficiente por criar uma barreira natural para que sua codificação possa ser acessada e vir a compor novamente o mesmo elemento como uma unidade de informação.

Quanto mais demorado é o uso de uma abstração mais diferenciada é a lembrança de sua unidade originária, pois os elementos que foram adicionados a posteriori a sua significação afetam a sua forma direta de recompor novamente a informação devido a sequência de o aprendizado ser capaz de incorporar novos argumentos e valores que afetam diretamente o rearranjo da abstração como elemento formador do pensamento.

Contextos distintos apresentam diferentes significados para o uso das codificações que integram as abstrações como unidades de referência.

Apreensões do ambiente por parte do indivíduo determinam níveis diferentes para cada indivíduo de apropriação das abstrações como unidades de medida referenciais que induzem a estados de comportamento.

As abstrações se formam a partir de efeitos encapsulantes geralmente na forma de unidades geocêntricas de informações. Abstrações complexas estabelecem cenários, contextos e realidades como unidade motora de expressão idealizada do ambiente exterior ao indivíduo.

Abstrações puras são atemporais, o seu uso lógico é que remete a sensação de ordenação e transitoriedade que estabelece noções de tempo diretamente associados a limitadores que indicam uma ordem hipotética em que as abstrações podem ser colocadas em uma fila de ativação.

Abstrações são expressões do que é apreendido e fornecem fortes indicadores de como o indivíduo deve permutar sua volição ao se expressar. São as matérias primas para a fabricação do software mental em que as peças são conhecidas como elementos cognitivos. Podem ser atribuídas a ela propriedades que permitem geração de métricas e diferencias entre diferentes abstrações.

Fonte - Max Diniz Cruzeiro

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