O QUE É PSICOSE?

Segunda-Feira, 16 de Fevereiro de 2015 - 09:44
Uma vez que este movimento é capaz de criar uma rotina procedural ela passa a ser canalizada dentro de um objetivo lógico em que o indivíduo se vê motivado a seguir a linha de pensamento.

A psicose é o devaneio alucinativo da mente humana (segmento mais expressivo do intelecto), geralmente caracterizado pela perseguição (ato de perseguir) a um objetivo interno definido cuja procedure (procedimento interno) estabelece uma paranoia mental em torno de um núcleo somático de sentenças e proposições literais desencadeadas primariamente na forma de pensamento.

Estados alterados podem surgir no decurso de uma psicose e elevar convicções, teimosia, desejo de liderança extrema, atos de perseguições a objetivos específicos, afetações sobre o comportamento, delírios, cansaço, afetações diretas sobre os processos volitivos e somáticos, busca por sensações extremas e libido intensa.

A psicose causa desestabilização da mente humana porque é capaz de consumir densos volumes de recursos. Ela eleva de forma acidental o volume de transações entre órgãos dentro do cérebro humano e por consequência natural também acaba por carregar as afetações eferentes (estímulos na direção dos membros) de uma sobrecarga pela sua característica agitante.

A pessoa que desenvolve uma psicose às vezes é incapaz de perceber o seu próprio desenvolvimento cerebral, uma vez que sua identificação com os episódios e as manias torna-se invisível a sua capacidade de reflexão.

Embora nas tramas televisivas seja comum atribuir o efeito psicótico que uma pessoa venha a manifestar com um teor elevado de agressividade da parte de um indivíduo, a correspondência é uma aberração histórica da compreensão de um fenômeno interno que é desencadeado em milhares de pessoas por todo o planeta.

Mas convém ressaltar que em indivíduos com comportamento pregresso de histórico de agressividade antes do desenvolvimento psicótico, tendem naturalmente a sobressair o nível de agressividade superior a outros indivíduos que não apresentam quadros psicóticos.

A psicose é desenvolvida inicialmente por uma perseguição voluntária a um objetivo geralmente inatingível ou de difícil obtenção. Este evento tem o efeito direto de fazer com que o indivíduo programe na sua fase de gerenciamento de metas e objetivos a atingir cada vez mais estratagemas com o intuito de cristalizar o seu desejo latente.

Como as metas são muito ousadas, a cada nova expectativa para atingir o objetivo obstáculos que as sequências naturais das projeções são colocadas dentro do campo reflexivo do indivíduo são geradores de mais estratagemas criando um ciclo indefinido de reprogramações mentais, induzindo a um contínuo planejamento que nunca se visualiza um fim para concretizá-lo.

Uma vez que este movimento é capaz de criar uma rotina procedural ela passa a ser canalizada dentro de um objetivo lógico em que o indivíduo se vê motivado a seguir a linha de pensamento.

Como a atitude em perseguir o pensamento é algo intenso e prazeroso, dificilmente a pessoa é capaz de perceber sua volição a desenvolver a sequência de pensamentos de forma indefinida e continua.

A projeção continua passa a tomar conta de todo o intelecto e o indivíduo se vê encapsulado a migrar demais pensamentos para sua estrutura cognitiva viciada.

Por ser uma situação delicada convém que o psicótico venha a ter um acompanhamento psicossocial. Uma vez que é necessário medir os fatores sociais que afetam diretamente suas interrelações em grupo.

Da mesma forma que o capítulo descrito como Alucinação, o tratamento anti-psicótico deve ser desenvolvido de preferência na sua porção medicamentoso, isto para que as ondas cerebrais do indivíduo possam ser estabilizadas mais rapidamente e romper o fluxo delirante de forma precisa e rápida.

O passo seguinte é de fato o início do tratamento, em que um profissional psicossocial irá identificar aspectos volitivos que ativam a sequência de pensamento do indivíduo que desenvolveu a psicose, e diminuir a importância em que o objeto do pensamento torna vital o desenvolvimento das proposições que fundamentam as sentenças semânticas que se reproduzem mentalmente.

É importante que a pessoa quando tomar ciência de sua afetação no sentido psicótico não demora muito a buscar auxílio psicossocial, uma vez que o grau de afetação sensorial pode avançar dramaticamente ao ponto de interromper uma vida plena e ativa de um indivíduo.

Quando o fluxo de energia que abastece a mente não está devidamente equilibrado, sempre é bom ter uma medição por parte de uma pessoa do convívio ou profissional devidamente habilitado, para que seja mais adequada a identificação de externalidades que verdadeiramente possam estar interferindo o convívio entre os indivíduos.

A psicose tem cura, mas depende exclusivamente da seriedade de um tratamento. Não pode ser encarada como um processo de dopagem de indivíduos, mas apenas como uma desconexão temporária de sua extra-atividade mental para a retomada de um sério tratamento interventivo psicossocial.

Fonte - Max Diniz Cruzeiro

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