CORRENTES X LIBERDADE, POR ALICE THOMAZ

Não bastasse a dor, a humilhação não há como se defender das correntes ou do acorrentador.
Quinta-Feira, 31 de Outubro de 2013 - 07:01

Estar acorrentado é estar aprisionado, impedido fisicamente de agir, de ir e de vir.  Alguns estão acorrentados no corpo, mas a maioria das pessoas está acorrentada  na alma e nem imagina que isso esteja ocorrendo.

A cabeça e o tronco passaram, mas a parte inferior onde estão as patas traseiras não teve jeito. E lá estava ele desesperado.  Forças consumidas, cansado de lutar. Na verdade, ele não caíra na armadilha pela manhã, mas estava ali desde a noite anterior.  Quanto sofrimento, quanta dor.

O homem é assim também,  cai em armadilhas da vida por falta de cuidado nas escolhas  ou por  fazer seus cálculos de maneira equivocada. Na verdade, ninguém se deixa acorrentar deliberadamente. Pode até haver casos, mas são exceções.

Quem ama não acorrenta. Quem  acorrenta pode até não odiar, mas quer ter a sua vítima subjugada, humilhada, exposta a sua louca vontade. 

O adversário de nossas almas age  assim. Mantém o homem  preso, mas dando a ele a sensação de liberdade.  Maltrata, mas a alma  acorrentada nem percebe que está sendo maltratada. Acha até que são conseqüências da vida. Mas Cristo liberta.  Isso é importante saber e escolher ser livre com Cristo  ou ser escravo do mundo.

As correntes sempre deixam marcas e algumas delas não nos abandonam nunca, talvez até para que possamos  valorizar a liberdade e usá-la melhor e principalmente sermos mais cautelosos.

Alice Thomaz

Fonte - Alice Thomaz

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