Com a presença do secretário de Segurança de Rondônia, Polícia Civil de Vilhena incinera mais de 200 kg de drogas

A queima dos entorpecentes foi feita em uma madeireira e mobilizou mais de uma dezena de agentes
Quinta-Feira, 12 de Maio de 2022 - 14:49

Autor: Rogério Perucci

A Polícia Civil de Vilhena incinerou, na manhã desta quinta-feira, 12, mais de 200 kg de drogas que foram apreendidas em Vilhena no período aproximado de apenas seis meses. Uma equipe com mais de dez agentes escoltou o carregamento até uma madeireira onde a droga foi incinerada.

Foto: Reprodução | Folha do Sul

Conforme o Delegado Regional Fábio Campos, que acompanhou a incineração, a maior parte da droga queimada hoje era de maconha, mas também havia uma quantia considerável de cocaína refinada e pasta base de cocaína, que origina o crack.

A gente faz periodicamente e de forma pública, como determina a lei, a incineração das drogas apreendidas. Isso não é só droga, isso carrega tristeza, carrega destruição de famílias, de carreiras”, disse o delegado.

Campos reforçou ainda que o trabalho, não apenas da Polícia Civil, mas de todas as polícias, é continuo. “A finalidade do combate às drogas é justamente essa: tirar o máximo de drogas de circulação para evitar que isso chegue aos nossos jovens e na sociedade de forma geral”.  

E as polícias rondoniense têm conseguido evitar que um montante considerável de drogas chegue às ruas. Pelo menos é o que revelou o Secretário de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania, José Hélio Cysneiros Pachá, que acompanhou a incineração.

Conforme Pachá, houve, no primeiro quadrimestre de 2022, um aumento considerável do montante de drogas apreendido pelas polícias Civil e Militar em Rondônia.  Segundo o secretário, somente na região de Rolim de Moura foram cerca de 3 toneladas.

Isso representa, no quantitativo geral, mais do que o somado nos últimos cinco anos. E tudo isso em decorrência do trabalho com afinco das polícias Civil e Militar, e também da inserção da segurança pública de Rondônia na Operação Hórus, do Ministério da Justiça”, explicou.

O secretário revelou também que, além das apreensões de drogas, houve ainda um acréscimo, de forma significativa, na recuperação de veículos roubados, apreensões de armas e recaptura de foragidos da justiça. “Além disso, tivemos diversas apreensões de madeiras extraídas de forma ilegal, ou seja, indiretamente se combateu os crimes ambientais por conta dessa presença ostensiva das polícias”, avaliou.

Fonte - 030 - Folha do Sul

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