Com escândalo na FELCN, ministro do Governo da Bolívia exige o uso de detector de mentira em 100% dos militares

As autoridades gerenciaram a FELCN, órgão máximo de combate ao narcotráfico do país andino.
Sexta-Feira, 08 de Abril de 2022 - 10:57

Autor: Emerson Barbosa

O que teria em comum o ex-diretor da Força Nacional de Luta Contra o Narcotráfico (FELCN), José Maria Velasco, o ex-comandante da Umopar/Chimoré, Yerko Terán, o também ex-comandante e coronel Nacional da Umopar, Jaime Arencibia? A resposta é bem simples. Os três estão sendo investigados por suposto favorecimento com narcotráfico.

Ainda na manhã de quinta-feira, (07), após o início das investigações a pedido do ministro de Governo, Eduardo del Castillo, todo o comando da Força Nacional de Luta Contra o Narcotráfico caiu.

O coronel José Gregório IIIanes é o novo comandante da organização em substituição a José Maria Velasco, investigado também por ligação com o crime organizado. O governo boliviano deu um prazo de 24 horas para o novo comandante da Força Nacional “reorganizar todos os comandos da instituição”, disse.

O ministro também ordenou que os depoimentos dos três ex-comandantes e de toda a tropa da FELCN seja realizado com detector de mentira. “Esse último caso que se fez público pedimos o uso do polígrafo em 100% dos efetivos policiais da Força Nacional de Luta Contra o Narcotráfico”, declarou.

Denúncias apontam os três militares supostamente envolvidos com o narcotráfico. Além disso, eles teriam empregado, segundo a fontes, as força policiais em favorecimento do narcotráfico.

Por conta da situação, o ministro de Governo, Castillo destituiu o antigo comandante da FELCN. O chefe da pasta também decretou intervenção com aceso irrestrito das informações acerca do caso, noticiou o site EL Deber.

Fonte - ƒ News Rondônia

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