Em crescimento, mercado de moda praia é alternativa para revendedoras

Associação Brasileira da Moda Têxtil e Confecção prevê alta de recuperação e crescimento de 15% este ano.
Sexta-Feira, 21 de Janeiro de 2022 - 14:15

O avanço da vacinação no país e a liberação de viagens já estão movimentando o setor aéreo e de transporte de passageiros terrestre do Brasil, e com a chegada do verão outra área que está em plena recuperação e crescimento é o de peças de moda praia.

Os dados desse mercado no país são animadores, segundo a Associação Brasileira da Moda Têxtil e Confecção, que aponta tendência de recuperação e crescimento de 15%, e expectativa de faturamento de R$ 10,8 bilhões, superando os R$ 9,2 bilhões registrados em 2020.

Esse otimismo não se restringe ao Brasil. No mundo todo, segundo analistas do NPD Group, consumidores gastaram US$ 2,7 bilhões no mercado de moda praia no primeiro semestre de 2021, o que corresponde a um aumento de 19% em relação ao mesmo período de 2019.

Com números tão positivos, empreender nesse mercado é uma boa alternativa para quem busca uma nova atividade econômica. Revender moda praia, seja presencialmente ou on-line, pode ser um bom negócio, uma vez que o retorno de cada peça pode chegar a 100% do seu valor de custo. Além disso, o Brasil é um país de clima quente na maior parte do ano, por isso a demanda, apesar de ser mais alta no verão, não chega a cair completamente no inverno.

Mas em primeiro lugar é preciso escolher bem o fornecedor de moda praia. Hoje em dia as peças, além de serem usadas em piscinas, praias, rios e cachoeiras, podem se tornar curingas no guarda-roupa feminino e, mescladas a shorts, calças, saias e blusas, se tornam parte de uma composição para sair. Por isso, é importante comprar biquínis e maiôs de material de boa qualidade, que justifiquem seu preço e se mostrem duráveis.

Como vender moda praia

O mercado de moda praia não demanda um ponto de vendas exclusivo para biquínis e maiôs. Quem já trabalha em lojas de moda íntima ou roupas em geral pode dispor de um corner para roupa de banho.

Quem mora no litoral tem a oportunidade de solicitar uma licença municipal e atuar em uma banca de roupas na própria praia. Há ainda a opção de vender as peças de porta em porta, atuando como sacoleira.

Caso a ideia seja montar uma loja física, a vantagem do mercado de moda praia é demandar um espaço pequeno para isso. Vale lembrar que é preciso conhecer a região onde a loja será aberta, para evitar concorrência próxima.

É possível também comercializar os produtos através de redes sociais e marketplaces. No caso de vendas em e-commerce próprio, é preciso um site de fácil navegação e postagens em redes sociais, para a conquista de clientes virtuais e engajamento das suas fotos e vídeos. Parcerias com influenciadoras locais são uma ótima maneira de conseguir mais visualizações e ganhar seguidores.

Peças diferenciadas

Mulheres gostam de usar mais de um biquíni ou maiô quando estão em viagem, por isso é essencial ter no estoque peças variadas, tanto nas modelagens quanto em estampas e acessórios.

Lançamentos não podem faltar entre as peças e a variedade é essencial para quem quer conquistar clientes e se manter no mercado de moda praia. Muitas mulheres não hesitam em comprar dois a três modelos diferentes de uma só vez, por isso a necessidade de oferecer o maior número de opções possível às clientes.

Se a proposta for vender a um público específico, como grávidas, infanto-juvenil ou plus size, a variedade também é primordial para o sucesso das vendas.

Fonte - assessoria

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