DECCON realiza operação para coibir venda e falsificação de remédios de combate a Covid-19 e HIV

Com base em evidências de estudos controlados, as doenças neurológicas que podem ser tratadas com IgIV são: Síndrome de Guillain-Barré, HIV e COVID-19 e outras doenças.
Terça-Feira, 30 de Novembro de 2021 - 15:10

A Polícia Judiciária Civil, por intermédio da Delegacia Especializada em Crimes Contra o Consumidor – DECCON/RO continua atenta na defesa dos consumidores e realiza operação em conjunto com a Vigilância Sanitário Municipal e Estadual, visando atender denúncia advinda da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA.  

Ilustrativa

"A denúncia relata que uma empresa rondoniense estava comercializando produto falsificado, conforme nota fiscal em anexo, o medicamento se chama INMUNOGLOBULINA G ENDOVENOSA BIOTEST - IgIV".

Com base em evidências de estudos controlados, as doenças neurológicas que podem ser tratadas com IgIV são: Síndrome de Guillain-Barré, HIV e COVID-19 e outras doenças.

Este medicamento vem sendo no combate ao COVID-19, em pacientes com sintomas graves:

"A imunoglobulina humana intravenosa (IVIG) tem sido utilizada em alguns pacientes com COVID-19 em estado grave, apresentando, inclusive, comprometimento pulmonar. Alguns estudos têm sugerido que o IVIG propicia grandes benefícios para o paciente ao agir modulando o processo inflamatório mediado pela resposta imunológica do indivíduo frente à presença do SARS-Cov-2, impactando positivamente em seu quadro clínico e favorecendo a sua alta hospitalar, além de ser um medicamento que tem se apresentado seguro para estes pacientes, apesar dos seus possíveis efeitos adversos, principalmente quando administrado em altas doses".

Nas primeiras horas da manhã a Polícia Civil, juntamente com os técnicos da vigilância sanitária municipal e estadual estiveram os dois endereços da capital na intenção de localizar o medicamento citado na denúncia, contudo, não os medicamentos falsificados ainda não foram localizados até o presente momento

Que as investigações continuaram na capital e se necessário no interior do Estado visando localizar novos lotes desse medicamento.

A delegada de Polícia Civil Dra Noelle Caroline Xavier Ribas Leite, titular da DECON/RO, orienta que os consumidores que utilizem remédios apenas com receitas médicas e compradas em empresas com mais tempo no mercado e desconfiem de preços muito abaixo do preço de mercado.

"Os preços desse medicamento variam entre R$ 2.800,00 e R$ 4.000,00. No caso investigado, a empresa vendia o produto por apenas R$ 100,00".

As denúncias deverão ser encaminhas para disque denúncia 191 da Polícia Civil ou para o WhatsApp para denúncia da PC/69 - 98418-7820 ou também para 151 do PROCON.

Fonte - assessoria

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