Apsen tem cultura de foco nas pessoas retratada em livro escrito por sua vice-presidente

'Sucesso é o resultado de times apaixonados', de Renata Spallicci, mostra que o cuidado com os colaboradores é caminho para o crescimento das empresas
Quinta-Feira, 25 de Novembro de 2021 - 15:59

São Paulo, 3 de novembro – O mundo dos negócios sempre foi dinâmico e desafiador, exigindo muito talento e jogo de cintura dos gestores. Mas a pandemia, que bateu às nossas portas em março de 2020, fez com que os tomadores de decisão tivessem que lidar com novas variáveis até então pouco conhecidas, mas reforçou ainda mais um ponto fundamental para o sucesso dos empreendimentos: que o foco de tudo está na paixão pela qual as pessoas desempenham seus papéis.

Para mostrar o quanto isso é fundamental nas empresas, a vice-presidente da Apsen Farmacêutica, Renata Spallicci, escreveu o livro “Sucesso é o resultado de times apaixonados”.  Segunda obra literária dela, o livro de Renata, será publicado em novembro pela Editora Gente e conta com prefácio da presidente do Conselho do Magazine Luiza e do Grupo Mulheres do Brasil, Luiza Helena Trajano.

Renata – que além de executiva é palestrante e escritora – tem como objetivo mostrar, tanto para líderes quanto para colaboradores, como ela e sua empresa fizeram para superar os obstáculos próprios a este período de transformação rápida e inesperada. Ela descreve ao longo da obra quais os caminhos que a Apsen tomou para se transformar de uma empresa familiar em uma indústria com faturamento anual de R$ 1 bilhão - uma das maiores de seu segmento.

“Não tenho a pretensão, com o livro, de mostrar uma fórmula de sucesso, afinal acredito claramente que não existem receitas prontas, mas quero indicar que a única maneira que realmente faz sentido é aquela baseada em propósitos e que coloca no centro o que temos de mais valioso no mundo: as pessoas”, destaca a autora.

O livro é formado em duas partes. Na primeira, intitulada “O sonho do sucesso e o novo mundo que nos desafia”, a executiva mostra o cenário de transformação pelo qual todos estão passando na esteira da Quarta Revolução Industrial. O mundo que já era caracterizado pela volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade, torna-se frágil, ansioso, não linear e incompreensível, aprofundando os desafios enfrentados pelos profissionais e pelas corporações em busca do sucesso – aqui, aplica-se o conceito desenvolvido pelo antropólogo norte-americano, Jamais Cascio, de mundo BANI (Brittle, Anxious, Nonlinear and Incomprehensible) ou na tradução Frágil, Ansioso, Não linear e Incompreensível).

Ainda na primeira parte, Renata indica que para aceitar os desafios neste novo mundo e lidar com suas mudanças aceleradas é preciso preparar-se para desaprender todos os dias. E destaca o mantra que a acompanhará por toda a obra, fundamento do sucesso da Apsen: “Foque as pessoas, acerte os números”.

“As pessoas são a essência do nosso aprendizado, crescimento e sucesso. São elas que estudam, desenvolvem, fabricam, vendem, realizam os processos administrativos, a tecnologia, a cadeia de fornecimento para finalmente o produto chegar a salvar ou curar a vida de alguém”, afirma.

Na segunda etapa do livro – “Conecte os sonhos na prática” –, a vice-presidente da Apsen revela como o conhecimento que angariou a partir de sua atuação como líder e gestora, cursos, livros e conversas, deve ser aplicado para a melhoria das empresas. Atuando aqui sim como uma tutora, Renata traz indicações úteis a profissionais e empresas para que consigam navegar com mais tranquilidade nos mares turbulentos da atualidade, sempre ilustrando suas explicações com exemplos relacionados à Apsen, recheado com depoimentos dos colaboradores e dados estatísticos.

No quarto capítulo, denominado “Atualize-se”, a executiva afirma que para prosperar no mundo BANI o líder necessita colocar seu time para buscar novidades, estando sempre preparado para o novo. Já no quinto capítulo, ela mostra a importância de difundir para todos os colaboradores a cultura organizacional da empresa. “A cultura traduz aquilo que a empresa é e precisa ser absorvida por todos”, explica. Contudo, a cultura não é algo estático e imutável, tendo que adequar-se às exigências dos novos tempos, com respostas mais ágeis às novas demandas, inserção de projetos digitais e preocupação com questões como diversidade e inclusão.

No capítulo seis, denominado “Inspire”, Renata sublinha algumas características para o líder se tornar inspirador. A mais importante delas é o autoconhecimento. No capítulo seguinte, “Diversidade e inclusão”, Renata destaca que esses fatores são fundamentais, pois à medida em que se discutem pontos de vista diferentes em uma empresa, o capital humano ganha capacidade para auxiliar na construção de soluções inovadoras.

Para que uma empresa se destaque em seu mercado, uma dica simples e eficiente é encontrada no capítulo oito: é preciso formar o time certo e remunerar bem. Nesse caso, a formação deve ser pautada pelo desempenho e nunca por afeto, enquanto a remuneração nem de longe é o quesito mais importante.

Ela conta que a confiança é o tema do nono capítulo do livro e que este fator deve ser mútuo entre empresa, líderes e colaboradores. Para ilustrar o assunto, a executiva dá o exemplo de sua atuação na Apsen à frente da área de Governança, Riscos e Compliance. Por ter um código de conduta regido pela integridade pautando todas as atitudes e processos, a Apsen se tornou exemplo de confiança corporativa. A confiança na equipe por sua vez culmina na diminuição da burocracia, para agilizar as decisões e obter melhores resultados. Assunto que rege o décimo capítulo da obra. “O excesso de regras pode paralisar ou derrubar as organizações”, diz.

A exigência por atualização constante própria do mundo BANI é debatida pela executiva no 11º capítulo do livro. Neste ponto, a autora aproveita o tema para elencar as tendências que dominarão o mundo nas próximas décadas. A tarefa de desafiar o futuro, que deve ser a missão de toda empresa que almeja ser bem-sucedida, só será cumprida com colaboradores satisfeitos, que sentem que estão aprendendo e se desenvolvendo. Para medir a quantas anda esse grau de satisfação, Renata adota o conceito de IDH para sua empresa, sendo este o tema do 12º capítulo.

A executiva aponta que para que tudo dê certo deve haver uma forte ligação entre os sonhos de empresa e os dos funcionários. Isso é tratado no capítulo 13 e é destacado por ela que se trata de um dos mais importantes. “Quando se consegue conectar os sonhos de cada um dos colaboradores ao sonho da própria empresa, a organização, qualquer que seja o tamanho dela, entra num estado de flow espetacular e coisas incríveis acontecem”, comenta. Isso foi o que ocorreu na Apsen e o capítulo traz depoimentos emocionantes de colaboradores para ilustrar essa realidade.

No penúltimo capítulo, Renata ressalta a importância de revisitar a cultura da empresa e fazer mudanças sempre que necessário, uma vez que no mundo BANI tudo muda de maneira vertiginosa e “quem estaciona, perde”. No capítulo final, a vice-presidente faz um balanço de tudo que fora retratado anteriormente, reforçando a missão de fornecer ideias e inspirações para que mais empresas consigam lidar com os desafios impostos pela vida contemporânea, destacando que “focar as pessoas é a única fórmula que existe para acertar os números”.

Fonte - News Rondônia

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