Pesquisa aponta profissão de professor como a mais confiável entre a população

Foram ouvidos de 19 mil entrevistados com idades entre 16 e 74 anos em diferentes países
Segunda-Feira, 18 de Outubro de 2021 - 15:40

Cerca de 68% dos brasileiros afirmaram que os profissionais da educação possuem a profissão mais digna de confiança. Em segundo lugar ficaram os médicos, com 66%. Em terceiro, mesmo que em menor proporção, ficaram os membros das Formas Armadas e os homens e mulheres comuns, ambos com 35%. Os dados foram revelados pela pesquisa Global Trustworthiness Index 2021, realizada pelo Instituto Ipsos.

Se os professores estão em primeiro lugar, em contrapartida, os menos confiáveis são os políticos em geral, com 77% da opinião dos brasileiros. O segundo lugar na lista negativa não foi muito diferente: 65% dos entrevistados no país responderam "os membros do governo". Para completar o pódio, os banqueiros não são confiáveis para 47%.

A pesquisa foi realizada em 28 países e desses o Brasil e o Chile são os que mais confiam nos professores, com percentual de 68% dos respondentes demonstrando confiança. Em segundo lugar está a Rússia (67%) e, na terceira posição, ficam empatados Malásia, China e Arábia Saudita (cada um deles com 65%). Em contrapartida, os japoneses (22%), sul-coreanos (33%) e alemães (40%) são as nacionalidades que menos enxergam a profissão de professor como confiável.

Já os ofícios que menos inspiram confiança, de acordo com a média global, são os políticos em geral (citados por 63% como não-confiáveis), os membros do governo (54%) e os executivos publicitários (37%) - esses últimos não ganharam destaque na lista brasileira.

A pesquisa foi realizada on-line e ouviu 19.570 entrevistados com idades entre 16 e 74 anos. Os dados foram coletados de 23 de abril a 07 de maio de 2021. A margem de erro para o Brasil é de 3,5 pontos percentuais. Confira abaixo a lista completa das profissões e o seu percentual de confiabilidade:

1º - Professores (68%)
1º - Cientistas (68%)
2º - Médicos (66%)
3º - Membros das forças armadas (35%)
3º - Homens e mulheres comuns (35%)
4º - Policiais (30%)
5º - Jornalistas (34%)
6º - Pesquisadores de opinião (IBGE, IBOPE...) (33%)
7º - Funcionários Públicos (27%)
8º - Apresentadores de televisão (26%)
8º - Juízes (26%)
9º - Padres, clérigos e pastores (25%)
10º - Empresários (23%)
11º - Advogados (22%)
12º - Publicitários (19%)
13º - Banqueiros (14%)
14º - Trabalhadores do governo (9%)
15º - Políticos em geral (6%)

Fonte - 010 - Agência Educa Mais Brasil/newsrondonia

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