CER realiza evento em alusão a datas de pessoas com deficiência física e inicia campanha contra o capacitismo

Prefeito Eduardo Japonês e o deputado estadual Luizinho Goebel estiveram na cerimônia
Quinta-Feira, 14 de Outubro de 2021 - 14:21

Reunindo três datas marcantes para as pessoas com deficiência física, o CER (Centro Especializado em Reabilitação), da Prefeitura de Vilhena, realizou nesta quinta-feira, 14, evento com a presença do prefeito Eduardo Japonês, o deputado estadual Luizinho Goebel e o vereador Wilson Tabalipa marcando início de campanha contra o capacitismo, preconceito contra pessoas com deficiências físicas. 

A ação aconteceu em alusão ao Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência, lembrado em 21 de setembro, o Dia Nacional da Pessoa com Deficiência Física, em 11 de outubro, e o Dia Mundial da Pessoa com Ostomia, em 6 de outubro. Houve sorteio de brindes, café da manhã, palestra e distribuição de material informativo contra o capacitismo.

Luizinho Goebel destacou a capacidade de atendimento do CER e o empenho de recursos do município na Saúde Municipal. "Os municípios têm obrigação de utilizar 15% do orçamento na Saúde. Vilhena vem investindo acima desse valor, pois a gestão sabe da necessidade de se colocar recursos onde é essencial, para promover vida, que deve ser o foco de todo gestor público, levando benefício à população", garantiu.

O prefeito Eduardo elogiou o trabalho dos servidores e destacou que é um dos locais em que menos há críticas. "A gente sempre está atento à avaliação da população com relação a forma como têm sido tratada nos espaços públicos. E aqui, no CER, eu tenho a felicidade de falar que recebemos poucas críticas e reclamações. Muito pelo contrário, os servidores sempre são elogiados, o empenho de cada um de vocês tem dado resultado", assegurou. 

A coordenadora das unidades de média complexidade da Saúde municipal, Weslaine Amorim, também informou do início da campanha contra o capacitismo. "Às vezes acreditamos que uma brincadeira ou piada não fazem mal. Mas precisamos combater o capacitismo e não julgar uma pessoa com base em suas limitações físicas ou intelectuais. É um preconceito disfarçado de brincadeira, mas que pode mexer com a forma como aquela pessoa se vê. Precisamos buscar mecanismos de inclusão, e não de exclusão. A primeira forma de vencer o preconceito e mostrar que ele existe e como isso reflete na vida das pessoas", garante.

Fonte - 025-Semcom

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