Governo realiza evento sobre campanha de incentivo ao aleitamento materno e destaca importância da amamentação

A campanha tem como objetivo mostrar a importância que o aleitamento materno pode ter para a saúde física do bebê. Além de incentivar e fortalecer a iniciativa para que todas as mães possam amamentar.
Sexta-Feira, 20 de Agosto de 2021 - 08:19

No contexto da Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM), o Governo de Rondônia, por meio da da Gerência  de Programas Estratégicos de Saúde (GPES) da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), realizou na quarta-feira (18), um evento on-line sobre a Campanha de Incentivo ao Aleitamento Materno com o tema “Proteger a Amamentação: Uma responsabilidade de todos”. Equipes de saúde da família, da atenção ambulatorial especializada e das unidades hospitalares (materno e infantil) participaram o evento.

A campanha tem como objetivo mostrar a importância que o aleitamento materno pode ter para a saúde física do bebê. Além de incentivar e fortalecer a iniciativa para que todas as mães possam amamentar. 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a amamentação pode reduzir, em até 13%, a mortalidade de crianças menores de 5 anos. O leite materno também pode ser considerado a ‘primeira vacina’ de um ser humano, pois ele possui nutrientes e anticorpos que proporcionam imunidade contra doenças infecciosas, até que o sistema imunológico esteja desenvolvido (em torno dos primeiros seis meses), e que não podem ser replicados em leite artificial. 

O secretário de saúde, Fernando Maximo, explicou como a falta de amamentação pode prejudicar no crescimento de uma criança, trazendo diversos malefícios para sua saúde. “A falta do leite materno pode gerar muitas complicações, como por exemplo, diarreia, infecções respiratórias e alergias, risco de desenvolver hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade na vida adulta”, disse. 

Além disso, é direito de toda mãe amamentar os filhos. Mas, quando existem aquelas que não possuem segurança em amamentar e precisam de estímulos, os agentes de saúde e organizações femininas podem oferecer apoio. Hoje no Brasil, existem cerca de 222 bancos de leite humano e 219 postos de coleta.  Em 2020, cerca de 181 mil mulheres doaram mais de 226 mil litros de leite materno. Neste ano, até junho, foram doados 111,4 mil litros. 

O pediatra e diretor adjunto do Hospital Infantil Cosme e Damião, Daniel Pereira, destaca que esse primeiro contato entre mãe e filho pode ajudar a desenvolver um adulto maduro, forte e produtivo para a sociedade. “Amamentar é preciso. Só assim teremos uma geração mais forte e resistente”, afirma.

Fonte - 010 - SECOM - GOV/RO

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