Mesmo preso em Porto Velho, acusado de matar Marielle Franco é condenado por destruir provas

Na mesma linha, além de Ronnie Lessa, outras quatro pessoas foram condenadas.
Segunda-Feira, 12 de Julho de 2021 - 16:35

Mantido preso na penitenciária de segurança máxima em Porto Velho, o acusado do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco, em 2018, o policial miltar reformado Ronnie Lessa foi condenado pela Justiça do Rio de Janeiro (RJ) por ter destruído provas do crime. Segundo a justiça, o objetivo da destruição das provas era dificultar as investigações sobre o caso que continua repercutindo pelo mundo.

Na mesma linha, além de Ronnie Lessa, outras quatro pessoas foram condenadas. Dois são ligados diretamente ao policial reformado, que seria a mulher dele, Elaine Lessa e o cunhado dele Bruno Figueiredo. Ronnie recebeu a pena de quatro anos e seis meses de prisão.

Mas, afinal o que aconteceu? Segundo sentença do juiz Carlos Eduardo Carvalho de Figueiredo, da 19ª Vara Criminal do RJ, o grupo teria atuado para retirar armas escondidas por Lessa em um apartamento no bairro da Pechincha, na capital fluminense, e destruí-las dias antes da sua prisão, em 2019. As armas nunca foram encontradas. A prática era dificultar as investigações.  

"Trata-se de grupo muito bem estruturado, ordenado com divisão de tarefas, para impedir e embaraçar as investigações em andamento, sendo suficiente as provas acostadas aos autos, o relatório policial e os depoimentos prestados para apontar a participação de todos os acusados, de forma estável, na prática do crime previsto no art. 2º, § 1º da Lei 12850/13", afirmou, em sua sentença, o juiz .

 Apesar do despacho não ser favorável, Ronnie também aguarda ao lado do ex-militar Élcio Queiroz, aprontado como um comparsa, aguardam julgamento pela acusação de assassinato da vereadora e do motorista Anderson Gomes.   

Fonte - NewsRondonia

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