Ninguém assume autoria de queimadas urbanas na periferia da zona leste da capital

O fogo, com uma imensa cortina de fumaça, ameaçou se alastrar por outras regiões locais.
Domingo, 04 de Julho de 2021 - 11:47

Porto Velho, RONDÔNIA – Ninguém assumiu até o último sábado (2), a autoria de uma série de focos de queimadas em parte dos bairros da Zona Leste desta Capital. Segundo apurou o Jornalismo do NEWSRONDÔNIA, os incêndios em áreas descampadas podem ser criminosos e não seriam provocados, acidentalmente.

Na tarde deste sábado, o que seria um simples foco alcançou proporções medianas quando o fogo atingiu toda a parte de uma área de propriedade de uma conhecida imobiliária desta Capital. O fogo, com uma imensa cortina de fumaça, ameaçou se alastrar por outras regiões locais.

Em meio ao gigantesco fumacê (?), funcionários de uma panificadora disseram eu ‘o fogo começou do nada, a partir de um lixeiro a céu aberto na dupla divisa das avenidas Raimundo Cantuária e Amazonas’ – que compreendem os bairros Tancredo Neves, Escola de Policia e Socialista.

Nas imediações, além de oficinas de autos, peixarias de beira de rua (?) e de uma panificadora perto de onde o fogo surgiu, misteriosamente, fumaça de cor negra, espalhando fuligens por todos os lados, chegaram, inclusive, à parte do espaço aéreo, do complexo Penitenciário Feminino, Delegacia e da UNISP.

Além desses locais, ‘a grande cortina de fumaça’, seguida de labaredas de ao menos 13 metros de altura à frente e para o alto - que teriam começado numa lixeira improvisada - se alastrou, também, por mais de duas quadras no rumo de uma construção prevista para ser um ‘um comércio varejista’.

De acordo com transeuntes que paravam em locais poucos enfumaçados para fotografar o ‘sinistro’, inúmeros focos de queimadas também viriam ocorrendo nas imediações de um ferro-velho ao longo da Rua Ibrahim Sued, no limite com a Rua Raimundo Cantuária - já no Tancredo Neves. Outros focos de queimadas de caráter urbano viriam sendo registrados em áreas dispersas entre residenciais do Minha Casa, Minha Vida, na periferia Leste da cidade.

Geralmente, segundo um policial de folga neste sábado (3), nessa situação, nenhum autor desse tipo de crime ambiental chega a ser identificado, facilmente, pelas autoridades. A maioria, certamente, seria de supostos donos de terrenos baldios ou particulares com clara intenção de ‘limpá-los com fogo’, a fonte anônima garantiu.

A repercussão da queimada flagrada pelo Jornalismo do NEWSRONDÔNIA fez com que fosse feita uma checagem em áreas protegidas dos residenciais do Minha Casa, Minha Vida, a exemplo dos moradores da Rua Calcita, Cornalina, Celetista e Drusa, no Crystal da Calama. Nesses locais, estranhos e desocupados, segundo moradores, ‘são os principais acusados de atearam fogo em grande parte da Área de Proteção Ambiental, APA.

Pela segunda vez consecutiva, em dois períodos do Verão porto-velhense, ‘fogaréu foi contido com a chegada de uma equipe do Corpo de Bombeiros Militares sediados na área central da cidade. Porém, há casos esporádicos ocorreriam com o lançamento de brasas trazidas pelo ar de fazendas e sítios ao longo da periferia e da estrada da Penal, disseram moradores locais.

Fonte - NewsRondonia

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