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Domingo, 13 de Junho de 2021

16 anos

GARGALO DE GARRAFA - Bebedeira entre indígenas acaba em morte em Lábrea; imagens fortes

Depois de muita bebida alcoólica, um deles teria se ofendido por ofensas e de posse de uma garrafa quebrada desferiu vários golpes no parceiro na altura da região escrotal.
Segunda-Feira, 07 de Junho de 2021 - 16:49

Bacia do Rio Purus (AM) - Uma dupla de caboclos (indígenas) que bebiam na frente do Mercado Municipal de Lábrea, a 435 quilômetros da Capital Porto Velho (RO), protagonizaram mais uma cena de violência e entraram para a crônica policial da cidade.

Depois de muita bebida alcoólica, um deles teria se ofendido por ofensas e de posse de uma garrafa quebrada e desferiu vários golpes no parceiro na altura da região escrotal (testículos), atingindo também, parte das vi ri lia causando a morte do mesmo.

Em poucos minutos, a vítima- que não teve o nome revelado, assim como o acusado, supostamente, por serem indígenas - ficou exposta esvaindo-se em sangue no pátio externo do Mercado Municipal do Peixe e da Carne da cidade.

Diante da situação, com a ameaça de ser linchado, o acusado fugiu do local e só encontrado escondido de uma canoa com toldo (cobertura) ancorada no Porto hidroviário a ao menos quinhentos metros da região ribeirinha.

De acordo com notícias locais obtidas pelo Jornalismo do NEWSRONDONIA, vítima e acusado seriam da Terra Indígena (TI) ao longo dos rios I tudo, a quatro dias de viagem de montaria (canoa coberta de zinco ou palha, puxada a motor de popa conhecido por Rabeta) da cidade de Lábrea.

Segundo interlocutor anônimo do posto local da FUNAI (Fundação Nacional do Índio), "esse tipo de briga, com resultado final em morte entre caboclos e indígenas, é muito comum nessa região".

A motivação para algum tipo crime, arruaças e bebedeiras envolvendo indivíduos de etnias e não índios, "seria causada por excessos tão logo desembarcam no porto".

Depois de muita insistência da reportagem, a fonte anônima no Posto Avançado da FUNAI, "vazou apenas o prenome do homicida, Francisco".

Ele foi preso depois de intensa busca policial por uma guarnição da Polícia Militar. O acusado se encontra a disposição da Justiça, apesar da Comarca não contar ao menos com a presença juíza que, em meio a pandemia, despacha da Capital Manaus por mais de um ano.

XICO NERY

 

 

 

 

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Fonte - Newsrondonia

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