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Quinta-Feira, 24 de Junho de 2021

Livre

Rita Queiroz cobra implantação do conselho curador da coleção descamação celular

Criação do Conselho Curador da Exposição Permanente Andando pelas Picadas de Rita Queiroz, instalada no Museu da Memória Rondoniense – Coleção Descamação Celular
Segunda-Feira, 31 de Maio de 2021 - 20:00

A Exposição Permanente de Rita Queiroz, denominada Andando pelas Picadas, que traz a Coleção Descamação Celular, precisa urgentemente ser amparada pelo Conselho Curador, ato normativo previsto na Lei 3.964, que podemos chamar de Lei da Rita. A referida Lei prevê a criação de um Conselho, com a presença de um membro da família da artista, para cuidar e administrar o acervo da coleção, composto por mais de dois mil itens.

A Lei data de 2016, mesma ocasião da inauguração da exposição nas dependências do antigo Palácio Getúlio Vargas, que hoje abriga o Museu da Memória Rondoniense. O acesso à exposição está bloqueado, em função das restrições impostas pela pandemia. Por conta disso todo material está exposto à deterioração, uma vez que muitas peças são constituídas de tecido e outros materiais que precisam de ventilação adequada, como o funcionamento do ar refrigerado e circulação de ar.

A artista não sabe explicar porque os órgãos responsáveis pela cultura no estado estão demorando tanto para finalizar a regulamentação da exposição. Segundo ela, a criação do Conselho Curador é uma das providências que já deveriam ter sido tomadas desde o primeiro ano. Ela destaca que além disso, outras providências que deveriam ter sido tomadas, como a conclusão do inventário e o tombamento ainda não foram feitos. “Eu gostaria muito de ver esses trabalhos concluídos e não ter mais preocupação com relação a isso”,  diz.

Segundo ela, depois dos projetos desenvolvidos junto à exposição a partir da Lei Aldir Blanc, “a exposição  tem tudo para ganhar mais visibilidade e se for bem divulgada, como prevê o artigo 10º da lei, que diz haverá a promoção de ações educativas, divulgar e incentivar a visitação com estratégias de comunicação para a sociedade e turistas, logo estará no roteiro daqueles que visitam Porto Velho, sejam pessoas  vindas do interior, como dos demais estados e até mesmo do exterior”.

“Este ano completa cinco anos que fizemos a doação e até agora quase nada foi feito pelo poder público, infelizmente. Mas ainda espero ver o governo estadual acolher aquele trabalho, que é um legado que deixo para os mais jovens”, diz esperançosa. Rita Queiroz está com 84 anos e recentemente executou meia dúzia de projetos da Lei Aldir Blanc, capitaneados pela Superintendência da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel). Os trabalhos podem ser vistos no canal da artista na plataforma You Tube. E provavelmente em julho ela fará o lançamento do livro Andando pelas picadas – Arte e vida da artista plástica Rita Queiroz.

Fonte - News Rondônia

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