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Sexta-Feira, 07 de Maio de 2021

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Sem perfil definido, ladrões de celular deitam e rolam na capital desafiando a polícia

Com base nesses casos, o Jornalismo do NEWSRONDÔNIA procurou um ex-delegado federal aposentado que aceitou a falar sobre o assunto.
Terça-Feira, 27 de Abril de 2021 - 15:51

Porto Velho, RONDÔNIA – Sem dados oficiais sobre o número de aparelhos celulares roubados ou furtados nesta Capital, o setor de Segurança Pública rondoniense por conta da pandemia do Coronavírus não pode fornecer, nesta terça-feira (27), informações do ranking desse tipo de ilícito dos últimos meses deste ano.  

Por outro lado, sabe-se, no entanto, que, as regiões Leste e Centro-Sul da cidade, as mais populosas, liderariam os casos de roubos sem, contudo, as autoridades locais, igualmente, precisarem o perfil dos criminosos presos e/ou informados pelos potenciais vítimas que registrariam ocorrências nas delegacias especializadas e através do Centro de Informações e Operações da Polícia Militar (CIOP).

Extraoficialmente, este site de veiculação de notícias, obteve parte dessas informações junto a Associações de Moradores, Cooperativas e Associações de Pequenos Agricultores, passando por escolas e lojas de departamentos que acusam que o número de roubos mais que dobrou durante a flexibilização de medidas de contenção sanitária. Principalmente, no retorno e ida de casa para o trabalho.  

Na Zona Leste, segundo essas informações consideradas aleatórias diante da falta de dados precisos por parte das autoridades, moradores de residenciais do Minha Casa, Minha Vida (MCMV), além de chacareiros do Jardim Santana, Socialista, Mariana, Estrada dos Periquitos, Ulysses Guimarães, Airton Aragão, Parque Amazônia, Ronaldo Aragão e outros, ‘quase não há uma pessoa que já não teve um celular roubado’, revelam líderes comunitários e religiosos ouvidos. 

Nessa região mais afastada da cidade, de acordo com um patrulheiro de folga nesta terça-feira (27), ‘tem sido avassalador o roubo de celulares em assalto à mão armada em escolas, lojas, agências bancárias, pontos de coletivos e na frente das casas das vítimas’. Ele aponta, ainda, que, ‘as guarnições, diariamente, são acionadas para intervir na situação’.  

Enquanto isso, na periferia Sul desta Capital, devido ao grande fluxo de pessoas e centros de consumo, entre os quais, lojas de departamentos, supermercados, agências bancárias, financeiras e outros empreendimentos comerciais em maior número, a ação dos criminosos ‘apresentam outra característica, a de assalto à mão armada com sinais de agressão violenta’, diz o policial ao mencionar, contudo, que, ‘nas saidinhas de banco, os ladrões, além de pegarem o dinheiro, também, levam celulares das vítimas’. 

Como exemplo de Capital em desenvolvimento na Amazônia Brasileira, Porto Velho, também, apresentaria um alto índice de roubos e furtos de aparelho celular. É o que diz uma rápida pesquisa deste site junto a pessoas que foram vítimas de assalto, em média 60% de parelhos com sinais na Zona Leste e 40% na região Centro-Sul’.  

- Ficando de fora a periferia Norte e Oeste, assinalou a fonte militar por não atuar nessas regiões.  

Objeto cobiçado por criminosos que praticam assaltos considerados relâmpagos nos principais bairros deste Capital, o telefone celular tornou-se um item parte de bens dos portovelhenses, ao lado do furto e roubo (Art.155 e 157, do Código Penal Brasileiro) de veículos (carro e motocicleta), ‘que mais tem atraído os criminosos’, aponta o consultor jurídico João Roberto Lemes Soares, que reuniria clientes vitimizados por esse tipo de ilícito.  

Com base nesses casos, o Jornalismo do NEWSRONDÔNIA procurou um ex-delegado federal aposentado que aceitou a falar sobre o assunto. Segundo o interlocutor, ‘o celular, não importa a marca, tem mercado garantido e, acredito que ao menos 60% dos roubos seriam desmontados, suas peças revendidas a oficinas de manutenção não credenciadas e negociadas em bocas de fumo’.  

A fonte acrescenta ainda que, ‘a cada uma dezena de assalto, quatro ou seis, vão direto para desmanches de eletroeletrônicos’. A prática, ele diz, ‘facilitaria a comercialização das pessoas (telas, bateria etc) através do OLX, em transação do objeto roubado em troca de droga e/ou em função de pequena importância em dinheiro com receptadores de outros produtos.  

– Quando não, os aparelhos são levados para fora desta Capital e até países da tripla fronteira com o Estado de Rondônia, podendo parar nas mãos do crime organizado, arrematou a fonte policial anônima.       

Fonte - News Rondônia

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