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Terça-Feira, 20 de Abril de 2021

Livre

Falsos sem-terra são acusados de furtos e roubos em propriedades de assentados do INCRA

Em Brasília, a denúncia foi protocolizada no IBAMA que teria gerado processo com pedido de apuração junto ao Ministério do Meio Ambiente (MMA).
Segunda-Feira, 29 de Março de 2021 - 19:23

Candeias do Jamari (RO) – Além de furtos de madeiras, essências naturais e venda ilegal de terras da União Federal dentro e fora da Reserva Extrativista Jacundá, há uma semana falsos sem-terra vêm sendo acusados de furtos de objetos domésticos e de animais de moradores na Vila Nova Samuel e região, locais.  

Por força da ida de um grande comboio de viaturas militares à região por ordem da Justiça em função de Mandado de Despejo e Reintegração de Posse, parte dos invasores passou a invadir, também, chácaras, sítios e até veículos de pequeno porte. Além de equipamentos e maquinários agrícolas.  

Uma servidora pública moradora da cidade de Goiânia (GO), detentora de supostas posses de ao menos sete lotes teve os cadeados ‘arrancados das porteiras dos imóveis’. Outra disse a moradores que ao menos 12 vacas teriam sido frutadas. Porém, não teria registrado ocorrência na Delegacia local.  

Desde a deflagração da invasão da Reserva Jacundá e de parte dos lotes do entorno das Linhas 45, 50, do Travessão 21 até a área que compõe o Projeto de Assentamento Florestal (PAF Jequitibá), os falsos sem-terra viriam tentando subtrair objetos, animais domésticos (codorna, galinha d’Angola e outros).

- A arriscada operação é por conta e risco da sobrevivência de cada um deles, afirmou criador ruralista da Linha 45, o mesmo que ‘entregou os ‘cabeças’ do movimento às autoridades policiais e da Justiça Estadual.

Sob a responsabilidade do Estado, a manutenção e a fiscalização no e entorno do bioma da Flona Nacional Jacundá, o Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA) foi alertado sobre a existência da invasão ainda nos primeiros dias em que caravanas adentraram a região pelas barreiras da Usina Hidroelétrica de Samuel, se instalando, em seguida, à beira do Rio Verde e outra leva na Linha 45 e uma terceira no Travessão 21.

Os interlocutores dos ‘alertas’ feitos às autoridades rondonienses e do Distrito Federal, o fizeram, direta e indiretamente, ao IBAMA, ICM-Bio e ao Batalhão Ambiental, também, em Porto Velho. Em Brasília, a denúncia foi protocolizada no IBAMA que teria gerado processo com pedido de apuração junto ao Ministério do Meio Ambiente (MMA).

De acordo com as informações prestadas por parte dos dirigentes vinculados à Associação de Moradores da Linha 45 e do Sindicato de Produtores Rurais (Patronal Ruralista), ‘os comandos dos falsos sem-terra chegaram armados, usando sistema de rádio-satélite de comunicação digital, ônibus e celulares’. Além de terem contado com apoio de conhecidos madeireiros e de um dono de supermercado local, ‘fregueses contumazes de operações da Policia Federal’, ironizou um madeireiro que ainda usa tornozeleira eletrônica.  

Fonte - News Rondônia

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