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Quarta-Feira, 21 de Abril de 2021

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La Paz não comenta princípio de insurreição em Nueva Esperanza no departamento Del Pando

Em linhas gerais, sabe-se, no entanto, que, 'de verdade, a confusão, também, poderá ser resolvida somente entre as lideranças do próprio Partido governista', arremataram as fontes consultadas.
Sabado, 27 de Março de 2021 - 18:57

Arca de Noé, PANDO (Bolívia) - Sob pressão de parte das células setoriais do próprio partido MAS (Movimento Ao Socialismo), a Alcadeza (equivalente ao cargo de Prefeita, no Brasil), Margarida Jimenez, ainda tem pedido de renúncia da função e também do posto de Assembleista Estadual (Deputada). Ela não conseguiu convencer as forças de segurança do Governo Central de que teria tido o domicílio violado.

Os rumores de invasão da casa da Alcadaleza chegaram à La Paz (BO), durante e após, a eleição para a Alcadia (Prefeitura). Porém, a Guarda Nacional - que empregou um helicóptero militar sediado na Província de Guayaramerín (Departamento Beni) -, levantou vôo conduzindo apenas dois campesinos acusados da queima de urnas em Gran Cruz. 

O ato motivou uma grande caçada a partidários do mesmo Partido (MAS), do Ex-Presidente e Presidente Evo Morales e Luiz Arce, respectivamente, por discordarem das posições tomadas durante a campanha para a Alcadia (Prefeitura) sob o comando de Margarida Jimenez, eleita Assembleista na Capital Cobija do Departamento Pando, acusada de recrutar eleitores nas províncias de Guayaramerín e Ribetalta.

Aos militares, os líderes de 15 províncias relataram a motivação para o princípio de insurreição nesses locais, o que provocou revolta popular culminando com o resgate de urnas que foram instaladas em pequenos comércios lojistas sob o comando de uma minoria de chefes de várias comunidades da faixa da fronteira bi-nacional.  

Enquanto isso, La Paz ainda não se pronunciou a respeito da suposta caçada a militantes e chefes campesinos do Movimento Ao Socialismo (MAS), cuja participação de Margarida Jimenez, 'é incontestável, caso haja investigações profundas sobre a imigração ilegal de políticos e sindicalistas de 15 localidades ao Brasil, através da divisa com o Acre e Rondônia', ressaltam fontes confiáveis ao Jornalismo do NEWSRONDONIA.  

Nueva Esperanza e Gran Cruz são dois dos maiores colégios eleitorais da região do Alto Madeira e parte central dessas províncias, onde o comercio lojista é muito forte. Ambas ficam a 80 quilômetros de Guayaramerín e a cerca de 200 de Riberalta, justamente, onde a Alcadaleza Margarida Jimenez é acusada de recrutar eleitores para cabala votos à sua candidatura a deputada assembléia, o que teria motivado o seqüestro de urnas de duas sessões eleitorais que teriam funcionado, ilegalmente, nas duas províncias.  

O Jornalismo do NEWSRONDÔNIA, neste sábado (27), tentou contato com o Consulado da Bolívia na Província de Guayaramerín. Mas, as ligações não completaram. No lado boliviano, de acordo com fontes do Canal 10, em Guayaramerín (Beni) 'a situação parece não ter um lado oficial'; o de que Evo Morales e/ou o Presidente Luiz Arce tenham se incomodado com os fatos. 

As fontes com trânsito junto ao Partido Governista, no Departamento Beni, disseram que consideram a ação de suposta perseguição a adversários políticos de Margarida Jimenez, 'como um fato colonial e que a autoria seria dela e não do Partido Central', cujo desenrolar da situação deve ocorrer pelo Tribunal Eleitoral, em La Paz'.  

Em linhas gerais, sabe-se, no entanto, que, 'de verdade, a confusão, também, poderá ser resolvida somente entre as lideranças do próprio Partido governista', arremataram as fontes consultadas. 

De outro modo, sobre o triste episódio não há uma posição oficial de La Paz sobre o assunto em que militantes do MAS (partido de Evo Morales e Luiz Arce) foram obrigados a empreender fuga para o lado brasileiro, devido às ameaças de Margarida Jimenez, terem se refugiado, ora em Rondônia, ora no vizinho estado do Acre, 'o primeiro feito foi a realização de novas eleições', segundo o qual, a Alcadeza perdeu a eleição para deputada estadual em novo pleito para candidato da oposição sediado em Gran Cruz. .       

ENTENDA O CASO - Este site de veiculação de notícias apurou, contudo, que, a Alcadeza Margarida Jimenez, inconformada com a perda do apoio dos chefes campesinos à sua candidatura a deputada assembleista, em 2020, 'serviu-se da suposta compra de votos para se eleger'. Os fatos vieram à tona e uma grande multidão, em Gran Cruz, se revoltou e impedira a condução de parte das urnas que foi queimada durante um princípio de insurreição.    

Fonte - News Rondônia

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