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Terça-Feira, 13 de Abril de 2021

Livre

As festinhas da covid-19, são muitos os flagrantes. Mas ninguém leva grande baque das autoridades

Porém, a perturbação do sossego das famílias, nos dias de festas, ‘é arrepiar, por causa do som nas alturas’, reclamam moradores.
Terça-Feira, 23 de Março de 2021 - 16:54

Porto Velho, RONDÔNIA – Apesar de proibidas, as festinhas clandestinas sob som altíssimo e aglomerações em ambientes fechados da periferia das zonas Leste, Sul e Norte continuam acontecendo sem que organizados sofram grandes baques por parte de agentes de saúde e da segurança pública.  

No Setor Chacareiro, ao menos dois locais foram denunciados às autoridades. Localizados ao longo das Avenidas Amazonas e Raimundo Cantuária, ‘os bailes e pancadões ao som de músicas Funk do Mal, ocorrem, geralmente, nos sábados, domingos, feriados e finais de semana’.

No final da Avenida Amazonas, entrecortada pelas ruas 3 Amigos e Diana, um morador da cidade comprou uma chácara, fez piscina e espaço para eventos. “Lugar propício para o lazer e entretenimento”. Porém, a perturbação do sossego das famílias, nos dias de festas, ‘é arrepiar, por causa do som nas alturas’, reclamam moradores.  

Na Linha Mineiro, com acesso direto à Avenida Goianésia, com interligação com o Residencial Crystal da Calama, outro proprietário faz da pérgula da piscina ‘verdadeiro dancing nas madrugadas’, denunciam dirigentes do bairro Jardim Santana. O caso já foi levado ao conhecimento da Vigilância Sanitária e da segurança pública. 

No eixo central do Setor Chacareiro, de quem vai direito pela Linha Santa Terezinha, um clube noturno foi montado em meio às propriedades. O ambiente funciona nos finais de semana e muita agente diz que não é licenciado.  

- Não tem mais como as famílias suportarem o som nas alturas, a não ser apelar a Policia ir ao local e interditá-lo, queixaram-se vizinhos que se dizem incomodados.  

Na Zona Norte, sobretudo na área portuária, local de embarque e desembarque de produtos hortifrutigranjeiros e de grãos, os perturbadores do sossego dos moradores recaem sobre bares, botequins e embarcações ancoradas no píer das transportadoras. Além de parte da zoa portuária composta por locais ao longo da Estrada do Belmont – tradicional zona de atracadouros oriundos do vizinho Estado do Amazonas.  

A Zona Sul, com seus mais de duas dezenas de bairros e conjuntos habitacionais, além do setor de chácaras, começando do igarapé Bate Estaca, às festinhas clandestinas, em desrespeito aos decretos que proíbem aglomerações não são contidas a contento, afirmam nativos da região.  

Na região Centro-Sul e Leste da cidade, bares, restaurantes e distribuidoras, apesar da presença de policiais e agentes de saúde da “Operação Alerta’, a partir das 22 h, esses locais começam a funcionar e varam a madrugada’. E, geralmente, ninguém sofre punição mais rígida, diz lojista maranhense nas proximidades da agência local da Caixa Econômica, da Avenida Alexandre Guimarães. 

Fonte - News Rondônia

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