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Quarta-Feira, 14 de Abril de 2021

Livre

Sobe para [176] o número de pacientes esperando por uma vaga de UTI em Rondônia

Em Porto Velho, o hospital, Central e Prontocordis divulgaram lotação máxima nas suas unidades
Quinta-Feira, 18 de Março de 2021 - 18:33

As horas passam e o cronômetro que marca o número de pacientes aguardando por um leito de UTI em Rondônia não cessa. Nesta quinta-feira (18), eram 176 pacientes, segundo dados da Central de regulação, um sistema ligado à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).

Ontem durante um vídeo lançado na rede social, o próprio secretário, Fernando Máximo não tinha perspectiva para o surgimento de novos leitos. E nesta quinta, há 55 dias não surgem vagas de Unidade de Terapia Intensiva em Rondônia. No Estado a taxa de ocupação já supera os 100% em diversos municípios do inteiro, a situação já é de colapso.

Também esta semana, as secretarias de saúde de Ji-Paraná, Vilhena e Ariquemes anunciaram colapso pela falta de leitos nos hospitais municipais. Em Porto Velho, o hospital, Central e Prontocordis divulgaram lotação máxima nas suas unidades.

O Hospital Central comunicou que “vem prestando atendimento para pacientes que chegam à unidade com sintomas da Covid-19, mas que não está realizando internações”. O hospital Prontocordis suspendeu o acolhimento a novos pacientes, e só voltará quando o problema for normalizado. A direção do Hospital 9 de Julho declarou que a ocupação de leitos está próxima do limite, mas que o serviço ao público continua sendo prestado.

Até o momento, o governador de Rondônia Marcos Rocha (sem partido), não se pronunciou sobre a situação no Estado. E não apresentou um plano de enfrentamento para conter os casos do novo coronavírus e as mortes por Covid-19. É certo que os decretos que colocam todos os municípios na fase-1 com restrições rígidas não estão funcionando como deveriam.

“E no ritmo que anda, o cenário de Rondônia será catastrófico”, comenta um médico que atua na linha de frente contra a doença em Porto Velho e que prefere não se mostrar.

O país já fala em falta de insumos e medicamentos para tratar dos doentes. Além disso, profissionais de saúde. As empresas que produzem oxigênio no Brasil já falam que estão operando no seu limite. A taxa de ocupação na maioria dos hospitais aproxima dos 100%. Cerca de 18 governadores assinaram um documento cobrando o Governo Federal e o Ministério da Saúde insumos e mais responsabilidade no trabalho de enfrentamento da Covid-19 no Brasil.

Fonte - News Rondônia

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