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Segunda-Feira, 19 de Abril de 2021

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Santo Antônio tem superlotação e Prefeitura de Porto Velho ampliará enterros em cemitério particular

Os dados são apena dos dois primeiros meses de 2021.
Segunda-Feira, 08 de Março de 2021 - 15:13

Desde o início da pandemia do novo coronavírus, mortes de pessoas pela Covid -19 dão o compasso dos enterros nos cemitérios públicos e privados de Porto Velho (Ro). Construído em 1975, o cemitério de Santo Antônio, está operando com a sua capacidade máxima. De acordo com administração do campo santo, são entre 10 a 15 enterros diários.  

Dos 454 sepultamentos ocorridos em 2021, 169, foram de pessoas diagnósticas com o Sar-CoV-2. Segundo um levantamento, os cemitérios públicos e particulares de Porto Velho tiveram aumento de 80% na taxa de enterros em virtude do novo coronavírus. Os dados são apena dos dois primeiros meses de 2021.

Tantos enterros estão refletindo na falta de espaço. A expectativa é que outra superfície seja aberta daqui há 30 dias, mas apenas para 100 covas, um número quase insuficiente com relação a quantidade de enterros ultimamente.

“Sabemos a quantidade de óbitos o durante o dia. Em cima disso, nós calculamos o que teremos semanalmente, a partir daí vamos criando novos espaços”, explica o administrador do Cemitério de Santo Antônio, Gilbson Moraes.   

Com o cenário ainda bastante indefinido, a Prefeitura de Porto Velho busca ampliar os espaços para sepultamentos. Na semana passada foi aberto um pregão eletrônico, com o objetivo de adquirir, 1800 novas covas em cemitérios particulares. O processo licitatório com escolha da empresa pelo lance de menor preço foi concluído emR$ 5.121.000. O certame foi vencido pela empresa que administra o Cemitério Recanto da Paz, em frente ao Campus da Universidade Federal de Rondônia (Unir) na Br-364.

De acordo com informações, o município deverá abrir um processo de concessão na forma de Parceria Público Privada (PPP) para a construção de outro cemitério público.

Em Rondônia o novo coronavírus explode em casos e mortes. No intervalo de Janeiro a fevereiro, houve 1,100 óbitos. Para um estado em termos populacionais, menor que o Uruguai, a resposta para tantas mortes e contaminações está justamente atrelada aos moradores, que insistem nas aglomerações, na realização de festas, não respeitar o distanciamento social e evitando o uso da máscara. Na contrapartida está o vírus combatendo incansavelmente tamanho desrespeito. 

Fonte - News Rondônia

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