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Domingo, 24 de Janeiro de 2021

Livre

EUA querem dividir Facebook, Instagram e WhatsApp

Simultaneamente, um processo similar foi aberto por 48 dos 50 estados americanos — com iguais argumentos, só param no limite de pedir a quebra da companhia.
Sexta-Feira, 11 de Dezembro de 2020 - 09:29

A FTC, agência reguladora americana responsável por garantir o livre mercado, abriu processo contra o Facebook por práticas anticompetitivas.

Na Justiça, pede que WhatsApp e Instagram sejam restabelecidas como empresas separadas e concorrentes.

Simultaneamente, um processo similar foi aberto por 48 dos 50 estados americanos — com iguais argumentos, só param no limite de pedir a quebra da companhia.

“Eles bloquearam a inovação e degradaram a privacidade de milhões de americanos”, argumentou a procuradora-geral de Nova York, Letitia James. “Nenhuma empresa deveria ter tanto poder sobre nossa informação pessoal e interações sociais.”

Monopólio

O Facebook também é acusado de impor condições anticompetitivas a desenvolvedores de softwares.

Um exemplo citado no processo é o aplicativo de vídeos curtos Vine, lançado em 2013 pelo Twitter. Ao percebê-lo como ameaça, a empresa de Mark Zuckerberg cortou o acesso do app a seus usuários.

“As ações do Facebook para consolidar e manter seu monopólio negam aos consumidores os benefícios da concorrência. Nosso objetivo é reverter a conduta anticompetitiva e restaurar a competição, para que a inovação e a livre concorrência possam prosperar”.

O Facebook responde que a FTC quer fazer história revisionista. Afinal, foi a própria agência que autorizou a aquisição de Instagram e WhatsApp.

Pois é… O processo contra o Facebook vai além do aberto contra o Google pelo Departamento de Justiça há dois meses.

Naquele caso, os promotores acusaram a gigante das buscas de proteger ilegalmente um monopólio, mas não exigiram que os seus negócios fossem separados.

Enquanto o caso do Facebook pode abrir precedentes pra que inúmeras operações de fusão feitas pelas big techs nos últimos anos sejam revertidas. O Google ainda espera pelo menos mais um processo do governo americano até o final do ano.

E na Europa, os reguladores já estão propondo leis mais rígidas contra as empresas.

Fonte - 010 - guilhermepeara

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