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Domingo, 17 de Janeiro de 2021

Livre

Bolsonaro sobre voto impresso: “Quem decide é o Executivo e o Parlamento”

Essa tem sido uma das principais bandeiras do presidente. Segundo ele, o uso de papel evitaria fraudes eleitorais
Segunda-Feira, 07 de Dezembro de 2020 - 10:07

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a defender nesta segunda-feira (7/12) o voto impresso nas eleições. Ele disse estar conversando com lideranças no Congresso sobre o assunto.

“Quem decide somos nós, Executivo, e o Parlamento, tá ok? E ponto final”, disse ele a apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, segundo transmissão pelo YouTube. O voto impresso tem sido uma das principais bandeiras de Bolsonaro. Segundo ele, o uso de papel evitaria fraudes eleitorais.

Tramita no Congresso uma proposta de emenda à Constituição (PEC) de autoria da deputada Bia Kicis (PSL-DF) que exige a impressão de cédulas em papel na votação e na apuração de eleições, plebiscitos e referendos no Brasil. A admissibilidade da proposta foi aprovada em dezembro do ano passado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e aguarda formação de uma comissão especial para analisar o conteúdo.

Pelo texto, essas cédulas poderão ser conferidas pelo eleitor e deverão ser depositadas em urnas indevassáveis de forma automática e sem contato manual, para fins de auditoria. Em junho de 2018, o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou inconstitucional o trecho da minirreforma eleitoral aprovada pelo Congresso em 2015, que previa o voto impresso.

Pedágios

A apoiadores, Bolsonaro também comentou a possibilidade de criação de mais duas praças de pedágio na Via Dutra, rodovia federal que atravessa a parte leste do estado de São Paulo e a região sudoeste do estado do Rio de Janeiro.

“Tem coisas que a gente resolve sozinho, outras não. Conversei com o Tarcísio [Freitas, ministro da Infraestrutura], ele se convenceu de fazer a licitação, manter as quatro praças de pedágio”, disse ele, adicionando que a tarifa vai ser reduzida.

“O orçamento de toda a infraestrutura é de mais ou menos R$ 8 bilhões. Não é nada. A gente consegue fazer muitas obras por aí usando a força do Exército”, completou.

Fonte - 010 - metropoles

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