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Quarta-Feira, 25 de Novembro de 2020

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Deputado Anderson diz que greve da saúde é justa e se coloca a disposição do governo para buscar solução

"Precisamos acabar de uma vez por toda com essa celeuma que se instalou com os servidores da saúde, esses profissionais precisam ter seu trabalho reconhecido e valorizado
Quarta-Feira, 18 de Novembro de 2020 - 14:27

Na sessão ordinária de terça-feira (17), o deputado Anderson Pereira (PROS), expressou sua preocupação com a situação dos servidores da saúde do Estado, que estão entrando em greve pela demora na apresentação de um novo Plano de Cargos, Carreiras e Salários ( PCCS). Anderson Pereira declarou apoio ao movimento e alertou que algo precisa ser feito de imediato por parte do governo para resolver o impasse o mais rápido possível.

O parlamentar ressaltou que esteve na frente do Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, onde os trabalhadores estavam reunidos em protesto, declarou apoio e disse que o movimento é justo, legítimo, e que o governo tem que dar a atenção devida. O deputado alertou que as tratativas se deram pela comissão de saúde da Assembleia Legislativa,  pediu para comissão intermedia as tratativas com a mesa de negociação permanente (MENP), para abrir diálogo junto aos parlamentares, representantes do Poder Executivo e servidores da categoria para  chegar a uma solução.

"Precisamos acabar de uma vez por toda com essa celeuma que se instalou com os servidores da saúde, esses profissionais precisam ter seu trabalho reconhecido e valorizado, pois  essa situação não prejudica somente os servidores, mas também toda a sociedade.  Eu que fiz greve, sei o quanto ela é difícil e ruim, entrar nela é muito fácil, agora sair é bem complicado. Espero que isso se resolva o quanto antes e estamos totalmente à disposição para ajudar o governo resolver este problema de forma definitiva", destacou o parlamentar.

Já aderiram à greve os enfermeiros, nutricionistas, servidores administrativos da saúde e ainda esta noite os médicos deverão decidir se irão aderir também. Anderson explicou que os servidores não deixarão de atender a população nos serviços essenciais, mas irão atuar com equipe reduzida.

Fonte - 010 - Assessoria
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