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Chapa 2 questiona omissão do SINTERO na aprovação da Reforma da Previdência dos Servidores

Entre os principais prejuízos aos trabalhadores da educação, e demais servidores, está o aumento da contribuição ao Instituto de Previdência de Rondônia (IPERON), que passou dos atuais 13,5% para 14%
Sabado, 10 de Outubro de 2020 - 10:22

O maior sindicato de servidores públicos de Rondônia é o SINTERO, que representa os trabalhadores em educação, o qual teria sido omisso diante da aprovação da Reforma da Previdência dos servidores estaduais nesta quinta-feira (08). Este é o entendimento do professor Ozeas Ferreira de Goes, candidato à presidente da entidade pela Chapa 2 “Consciência e Luta, de oposição”.

“Esta aprovação da reforma da previdência sem a participação do Sintero e a discussão com a categoria é mais um motivo na campanha para por fim ao reinado do Nereu que é da secretaria de aposentados e nada fez”, afirma Ozeas. Nereu Klosinski está no meio de uma polêmica na base da educação, após a oposição questionar que ele estaria há mais de 30 anos na Executiva do SINTERO, onde exerceria forte influência sobre a atual e as diretorias anteriores da entidade.

Entre os principais prejuízos aos trabalhadores da educação, e demais servidores, está o aumento da contribuição ao Instituto de Previdência de Rondônia (IPERON), que passou dos atuais 13,5% para 14%; sendo que anteriormente o percentual já havia sido aumentado de 11% para 13,5%.

Haverá outras consequências negativas para os servidores, pois esta reforma alterou a Lei Complementar 482, visando compatibilizar a legislação estadual às alterações da Reforma da Previdência dos trabalhadores em geral, aprovada pelo Congresso Nacional, que delimitou os benefícios de regimes próprios da Previdência Social. Isso influenciaria em tempo de contribuição, valor máximo de aposentadoria, pensão morte, dentre outros.

A Chapa 2 considera inaceitável o que aconteceu, pois os servidores foram surpreendidos pela notícia de que a reforma já estava aprovada, sem que o SINTERO tenha mobilizado a categoria para pressionar os deputados estaduais. “A pandemia do coronavírus não é desculpa pra falta de mobilização, pois os trabalhadores da educação poderiam cobrar os deputados estaduais pelas redes sociais e em suas bases eleitorais”, lamenta Fábio Janílson, candidato à diretoria da Regional Norte, em Porto Velho.

“Diante da aprovação da reforma da previdência do Estado qualquer discurso de defesa da participação do sindicato é nula. Agora é chorar o óbvio e lamentar o distanciamento dos trabalhadores em educação quanto a decisões tão importante para a categoria”, destacou o professor Ozeas.

Fonte - News Rondônia

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