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JUSTI茿 - Governo mobiliza for鏰s para elucidar e punir respons醰eis por crimes contra a seguran鏰 p鷅lica de Rond鬾ia

O final de semana ficou manchado com os assassinatos do tenente da Reserva Remunerada, Jos Figueiredo Sobrinho, e o sargento PM M醨cio Rodrigues da Silva (do quadro das Pra鏰s Combatentes).
Segunda-Feira, 05 de Outubro de 2020 - 11:10

Medidas urgentes serão adotadas por todos os órgãos que compõem a Segurança Pública para solucionar a morte de dois policiais militares, assassinados no sábado (3) em uma estrada vicinal da região do distrito de Mutum-Paraná, distante cerca de 160 quilômetros de Porto Velho.

A confirmação foi anunciada pelo governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, durante coletiva de imprensa realizada no final da tarde de domingo (4), quando deixou claro que a Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec) estará atuando de forma a conter os criminosos com a força necessária de acordo com a lei.

O final de semana ficou manchado com os assassinatos do tenente da Reserva Remunerada, José Figueiredo Sobrinho, e o sargento PM Márcio Rodrigues da Silva (do quadro das Praças Combatentes). O fato abalou toda a Polícia Militar de Rondônia que, ainda na noite de sábado (3) montou uma operação na região em que ocorreu o incidente.

Logo pela manhã de domingo (4), o governador Marcos Rocha publicou uma nota de pesar lamentando o que ocorreu com os policiais militares. Sendo coronel da Polícia Militar de Rondônia, o governador Marcos Rocha se uniu à tropa no sentimento de tristeza pelos irmãos de farda.

Durante a coletiva, o governador foi categórico em afirmar que ações de inteligência e aplicação de efetivos das forças de Segurança Pública foram determinadas para um trabalho integrado. “Ficamos bastante triste com a situação. Lembrando que a Polícia Militar tem o dever constitucional de usar a lei, e medidas necessárias para conter os crimes. O tenente Figueiredo e o sargento Rodrigues foram assassinados. As pessoas que cometeram os crimes são treinadas e possuem tecnologia, armamento pesado. Não somente a Polícia Militar, mas toda a Secretaria de Segurança estão juntas atuando de forma a conter esses criminosos”, definiu o governador.

O FATO

Policias militares foram acionados para averiguar uma ocorrência de assassinato de um outro militar da Corporação, em uma linha vicinal de Mutum-Paraná, considerada área de conflito agrário. Ao chegar ao local indicado, as guarnições da Polícia Militar foram emboscadas e no confronto armado o sargento Rodrigues foi atingido, vindo a óbito.

Logo nas primeiras horas de domingo (4), a Polícia Militar desenvolveu uma operação com intuito de resgatar os corpos dos policiais militares, e prender os autores dos crimes.

A operação contou com um efetivo de mais de 60 policiais militares de diversas organizações policiais, como os Batalhões de Operações Policiais Especiais, de Policiamento de Choque, Policiamento Ambiental, entre outros. Houve também apoio aéreo do Núcleo de Operações Aéreas da Sesdec, bem como de Unidades de Resgate do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia.

Ainda durante a coletiva de imprensa, o governador Marcos Rocha afirmou que as ações não irão cessar enquanto os suspeitos não forem capturados e entregues à Justiça. E esclareceu que a Segurança Púbica irá resolver a situação, lembrando que as polícias são extremamente competentes e habilitadas para solucionar esses crimes. “Lamentamos muito a morte desses policiais militares de bem. Temos que tomar uma atitude e essa atitude vai ser adotada de acordo com a lei”, argumentou o governador.

Juntamente com o governador, participaram da coletiva de imprensa o secretário de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania, coronel PM José Hélio Cysneiros Pachá, bem como o subcomandante da Polícia Militar de Rondônia, coronel PM Plínio Sérgio Cavalcanti.

Segundo ressaltou o secretário da Sesdec, coronel PM Pachá, não se trata de ação de amadores, pois foi constatado tratar-se de pessoas que usam de requinte de crueldade que já vêm atuando no Estado há muitos anos. “Vamos atuar com todas as forças de Segurança Pública: Polícia Militar, Polícia Civil, Politec, Corpo de Bombeiros para que seja resolvido o crime”, disse. Ele também lembrou que é preciso um respaldo jurídico para atuar na área que apresenta um conflito agrário.

O subcomandante da Polícia Militar, coronel PM Plínio, destacou o apoio do Governo do Estado no planejamento com ações com cautela e serenidade, observando as legalidades com apoio das demais instituições de Segurança Pública e da Polícia Rodoviária Federal. “Pelo que foi recolhido no local do confronto, os criminosos estavam fortemente armados, com armas de grosso calibre. Entendemos se tratar de um grupo com treinamento de guerrilha, com armamento de uso restrito. Então, não podemos dizer que essas pessoas fazem parte de um grupo social”, explicou o subcomandante.

Fonte - 010 - SECOM - GOV/RO

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