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Deputado Anderson diz que bloqueio do salário dos servidores é injusto no momento de pandemia

Preocupado, Anderson pede que o governo, Casa Civil reveja essa questão e não permita esse bloqueio, observando detalhadamente a situação de cada servidor.
Quarta-Feira, 23 de Setembro de 2020 - 10:58

Em discurso na sessão plenária de terça-feira (22), o deputado estadual Anderson Pereira (PROS), preocupado com o risco de bloqueio do salário dos servidores públicos de Rondônia, devido ao não recadastramento obrigatório feito anualmente e erros no sistema para acesso ao recadastramento revolta os servidores que não conseguiu fazer o cadastramento para evitar esse bloqueio o que considero injusto caso ocorra, justo neste período de pandemia do novo coronavírus.

Segundo o parlamentar, o servidor que não fizer ou até mesmo atrasar o recadastramento terá o salário bloqueado. "O governo prorrogou o prazo para a conclusão do recadastramento, porém o sistema da Sepog e Segep é ineficiente, primeiro que o servidor não consegue mexer, envia a informação, pois o sistema diz que está pendente de envio de dados, outros precisam se deslocar até o órgão para resolver o "problema", resultando em uma intensa lista de servidores que podem ficar sem salário", disse Anderson.

O parlamentar ressaltou que a pandemia do novo coronavírus acarretou em demissões no comércio e em vários outros setores, onde muitos pais de famílias estão sofrendo com desemprego a espera de um pós-pandemia, que ninguém sabe quando será, e agora  pode bloquear salários de servidores, que em muitas cidades de Rondônia é o que fomenta a economia.

"Eu acredito que pela ineficiência do próprio sistema,  o prazo para a entrega destas declarações deveria ser prorrogado novamente e  ter  um setor exclusivo para que o servidor possa tirar suas dúvidas para resolver os problema, pois existem inúmeros servidores que são leigos quanto a questão de informática e precisam de uma orientação técnica para mexer no sistema, que é complexo" destacou o parlamentar.

Preocupado, Anderson pede que o governo, Casa Civil reveja essa questão e não permita esse bloqueio, observando detalhadamente a situação de cada servidor.

Fonte - Assessoria

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