Terça-Feira, 08 de Setembro de 2020 - 19:46 (Colaboradores)

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Vendeu e não te pagaram? E agora, como resolver...

A situação financeira das micro e pequenas indústrias apresenta uma mudança de tendência da curva, sinalizando uma melhora, porém com graves problemas.


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A situação financeira das micro e pequenas indústrias sinaliza uma melhora, é o que mostram os dados  do 10º Boletim de Tendências das Micro e Pequenas Indústrias, realizado pela Datafolha, a pedido do Sindicato de Micro e Pequenas Indústrias (SIMPI).

Cheque especial

Mesmo com a situação financeira melhorando, o cheque especial está sendo usado por 23% das micro e pequenas indústrias para o pagamento de contas. O uso é maior entre as micro indústrias, com 25% utilizando. Nas pequenas, o uso é 15%. Veja a pesquisa:

Vendeu e não te pagaram? E agora, como resolver

Você empresário precisa de ajuda com aquele cliente que comprou, mas não pagou? O SIMPI RO te auxilia nisso. O programa de inclusão de recuperação de créditos é um serviço que inclui procedimentos e ações, através de medidas judiciais e extrajudiciais para recebimento de dívidas, e está incluso nos serviços oferecidos pelo SIMPI para o associado.  

O procedimento disponibilizado em específico para o associado SIMPI, abrange a inclusão do CPF do devedor na SERASA, notificação extrajudicial por meio de carta de cobrança e ainda, acionamento judicial para reconhecimento e execução da dívida, a depender do caso. No SIMPI, um advogado faz todo processo gratuitamente.  

O associado deve entrar em contato com o SIMPI e de acordo com a especialista na área, Fernanda Nascimento, que assessora o Simpi, "fazer o agendamento de um horário para atendimento pelo advogado. O serviço não inclui cobrança de honorários antecipados, e é muito importante que o associado leve todos os documentos de PF e PJ, além do título de crédito, que pode ser cheque ou nota promissória, para celeridade e informações que facilitem a cobrança", diz. Já a parte de negativação do devedor na Serasa poderá ser feito On line e até por whatsApp. Procure o SIMPI  

Receita Federal oferece 50% de desconto em renegociação de dívidas

A Receita Federal vai dar descontos de até 50% a contribuintes que quiserem parcelar débitos em aberto com Fisco, desde que eles não sejam maiores que R$ 62,7 mil (o equivalente a 60 salários mínimos). A medida tem público-alvo restrito: vale para pessoas físicas, microempresas e empresas de pequeno porte. A adesão poderá ser feita entre 16 de setembro e 29 de dezembro pela internet e vale para dívidas com vencimento até 31 de dezembro de 2019. Preenchido o formulário, liberada a negociação e concedido o desconto, o participante deverá arcar com uma entrada de 6% calculada sobre o valor líquido da dívida, descontadas as reduções. Note que quanto menor a quantidade de parcelas, maior é o abatimento concedido. 

- 50% desconto sobre o valor total do débito, com a entrada em até cinco meses e quitar o saldo até sete meses; 

- 40% desconto da dívida, com entrada em até seis meses, e o restante, em até 18 meses; 

- 30% desconto para quitar a entrada em até sete prestações, o restante cobrado em até 29 meses; 

- 20% desconto oito meses para a entrada e 52 meses para o restante.

Ficam de fora da transação débitos do Simples Nacional, débitos declarados pelo contribuinte, mas ainda não pagos, dívidas já parceladas ou aquelas comexigibilidade suspensa por decisão judicial.

A Caixa Econômica Federal disponibilizou R$ 50 milhões em microcrédito. O Ministério da Economia aumentou o limite da Caixa para contratação pelo Pronampe em R$ 2,55 bilhões. Dentro desse novo limite, a Caixa direcionou R$ 50 milhões para beneficiar cerca de 3 mil microempresas. Até o momento, a Caixa contratou cerca de R$ 1,8 bilhão na nova fase do Pronampe. No acumulado, já foram contratados R$ 9,1 bilhões por meio da linha. O recurso pode ser utilizado para o capital de giro isolado ou associado ao investimento. Os clientes podem utilizar o crédito, por exemplo, para realizar reformas, adquirir máquinas e até mesmo direcionar os recursos para as despesas operacionais, como o pagamento de salário de empregados, compra de matérias primas ou de mercadorias. 

Como funciona 

Direcionada às microempresas com faturamento anual de até R$ 360 mil, a nova linha tem crédito limitado a R$ 20 mil. O prazo total do financiamento é de 36 meses, sendo oito de carência, com a capitalização mensal dos juros, que serão incorporados ao saldo devedor. A taxa de juros anual máxima é igual à taxa básica de juros, a Selic, mais 1,25% ao ano. 

Os clientes devem acessar o site www.caixa.gov.br/empreendedor e preencher formulário de interesse ao crédito. O banco entrará em contato se a empresa estiver apta a contratar o financiamento. A solicitação também pode ser feita nas agências da Caixa. 

Fonte: Simpi RO

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