Sexta-Feira, 17 de Julho de 2020 - 13:21 (Coronavírus)

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Prefeitura disponibiliza ivermectina de forma preventiva servidores municipais da Saúde vilhenense

Começando pelos profissionais das alas de maior risco, todos poderão receber o medicamento, se desejarem, nos próximos dias


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Começou nesta semana a disponibilização de ivermectina de maneira profilática (preventiva) aos servidores da Saúde de Vilhena. Todos os mais de 800 servidores da Semus (Secretaria Municipal de Saúde) poderão passar por avaliação, se assim desejarem, durante os próximos dias para que médico avalie a possibilidade de prescrição para o servidor, conforme análise de contra-indicações e de condições gerais do servidor. Os que estão em funções de maior risco terão prioridade nas consultas, que iniciaram nesta quarta-feira, 15.

"Primeiro foram atendidos os servidores envolvidos com os leitos de UTI e do Centro Cirúrgico e Pronto-Socorro do Hospital Regional de Vilhena. Vamos continuar nos próximos dias, por meio de grupos de servidores, oferecendo a possibilidade a todos de ter acesso à ivermectina de forma preventiva. Precisamos ter a maior quantidade de servidores na ativa e não queremos que nenhum fique doente. Tudo o que pudermos fazer para garantir sua integridade física será feito", garante o secretário municipal de Saúde, Afonso Emerick.

De acordo com o vice-diretor clínico do Hospital Regional de Vilhena, André Oliveira, o procedimento com cada paciente envolve avaliação do histórico de saúde, avaliação ambulatorial, prescrição e orientação quanto ao uso. "Sabemos, através inclusive de manifestação recente da Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que não existe estudo que comprove nem que refute a eficácia da ivermectina contra a covid-19. No entanto, fatores observacionais podem indicar que o remédio ajude a prevenir a disseminação do vírus no corpo e, visto que não tem efeitos colaterais graves, não haverá risco de saúde para aqueles que adotarem este tratamento prévio", explica André.

Cerca de 40 profissionais já receberam o medicamento e as entregas devem continuar durante o restante do mês até que atinjam toda a classe, uma das que mais corre risco de contágio por lidar diretamente com pacientes contaminados ou suspeitos de sars-cov-2, o vírus que causa a covid-19.

Fonte: Assessoria

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