OUVIA VOZES: A FACE ASSUSTADORA DO HOMEM QUE SEQUESTROU ÔNIBUS E CHOCOU O BRASIL

A família de William teria contado à polícia que, nos últimos tempos, o jovem teria mudado o comportamento, mas que sempre foi um rapaz tímido e com poucos amigos.
Quarta-Feira, 21 de Agosto de 2019 - 18:18

Nesta terça-feira, 20 de agosto, o Brasil parou e ficou chocado com a ação de Willian Augusto da Silva. O homem, de 20 anos de idade, fez um sequestro do ônibus na ponte Rio-Niterói. Nesta quarta-feira, 21 de agosto, o jornal Extra do Rio de Janeiro deu com destaque como seria a personalidade do jovem, que estaria perturbado e ouvindo “vozes dentro da cabeça”.

A família de William teria contado à polícia que, nos últimos tempos, o jovem teria mudado o comportamento, mas que sempre foi um rapaz tímido e com poucos amigos. No entanto, que durante um churrasco em família, ele teria sofrido o chamado surto psicótico, um enorme descontrole sem qualquer tipo de explicação.

O jovem dizia que estava sofrendo muito e que se sentia deprimido. Após sofrer o surto no churrasco, William passou a beber muito. Passageiros do ônibus sequestrado na Ponte Rio Niterói disseram que, durante a ação, ele aparecia bebendo.  Segundo a família, a maior parte do dia do jovem era gasta com ele usando o celular. Ele pouco saía da internet.

Os pais de Willian, moradores do bairro do Jockey, em São Gonçalo, perceberam a mudança, mas o jovem, de 20 anos, não chegou a receber atendimento médico. Ele nunca tratou a depressão, até que o episódio mais drástico acabou ocasionando sua morte. Mantendo refém mais de 30 pessoas em um coletivo, William foi morto por atiradores de elite da Polícia do Rio de Janeiro.

A polícia acredita que, apesar das declarações da família, William sabia o que estava fazendo. Isso porque a ação que ele desempenhou necessitava planejamento. Entre as provas para tanto estava sua mochila, carregada de itens que realizaria no sequestro, como a gasolina, garrafas pets já cortadas e barbantes, que serviram como uma possível armadilha. Caso a polícia atirasse dentro do ônibus, uma fagulha do tiro poderia colocar fogo no coletivo.

Fonte - 010 - 1news

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