ESFORÇO E UNIÃO ENTRE POLICIAL MILITAR E CÃO MARCAM AÇÕES DESENVOLVIDAS PELO CANIL DO BATALHÃO DE POLICIAMENTO DE CHOQUE

A preparação para atividade policial exige esforço e união entre condutor (policial militar) e cão que apresentam comportamentos dóceis, mas são “fera” na arte de farejar.
Quinta-Feira, 30 de Maio de 2019 - 16:07

Assim que o comando de “busca” é dado, os cães Índia e Fuzil (da raça Pastor Alemão) se lançam em meio aos obstáculos à procura da caça, no caso entorpecentes. Quando finalmente encontram, são recompensados com uma bola de tênis. E nada mais importa. Essa é a rotina dos cães do canil do Batalhão de Policiamento de Choque (BPChoque) que engloba mais três cães (das raças Golden Retriever, Labrador e Rastreador Brasileiro) que são acionados em situações de detecção de explosivos, entorpecentes e de resgate de vítimas.

Na manhã de quarta-feira, 29, por exemplo, Índia e Fuzil foram levados pelo comandante do BPChoque, capitão PM Rodrigo Arivabene, para o Comando Geral da Polícia Militar visando demonstrações e treinamentos, quando foram percorridos todos os setores do prédio durante uma simulação de situação em que os cães estiveram em busca e farejando todos os móveis até que encontrassem um frasco contendo entorpecente e que antes foi escondido pelos policiais em diferentes locais.

O objetivo é aumentar, ainda mais, a eficiência dos receptores olfativos dos cães. Segundo explicações do cabo PM Domingues (do BPChoque), os cães podem sentir odores em concentrações e de maior dificuldades, como esconderijo de entorpecente. Esse é o caso da Índia e o Fuzil que desde filhotes são treinados para que adquiram uma sensibilidade olfativa extremamente desenvolvida.

A preparação para atividade policial exige esforço e união entre condutor (policial militar) e cão que apresentam comportamentos dóceis, mas são “fera” na arte de farejar.

Coragem, lealdade, obediência e energia são fatores extremamente importantes e que são desenvolvidos nos cães do canil do BPChoque. Conforme explica o comandante do Batalhão, a sensibilidade olfativa dos cães farejadores deve ser bem trabalhada e treinada para que eles possam ser de grande ajuda para a Polícia Militar na solução de casos diversos e em resgates, por isso, o processo de adestramento começa enquanto eles ainda são filhotes.

Os cães foram adquiridos pela Polícia Militar e chegaram ao canil com um trabalho iniciado, ou seja, prontos e na corporação foi realizada uma sequencia de treinamento. Para a detecção de drogas, são exploradas a memória associativa do animal e a busca pela recompensa. No momento em que o cão detecta a “caça” (no caso entorpecente) ele é recompensado com um brinquedo, que pode ser mordedor, bola de borracha. Na prática e nos treinamentos, o animal percebe que, ao identificar o material indicado pelo condutor, receberá a recompensa. “O cão auxilia essas atividades, complementando as ações policiais. Cada um tem sua importância e podem ser um instrumento a mais e de grande importância”, disse o capitão Arivabene destacando, inclusive, que cada cão tem a sua própria especialidade.

Fonte - 030 - SECOM - GOV/RO

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