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Quarta-Feira, 12 de Maio de 2021

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DEPOIMENTO DE JOÃO DE DEUS TEM CURTO-CIRCUITO E ACIDENTE

Fatos inusitados causaram desconforto em policiais que colheram depoimento do médium em delegacia de Goiânia
Segunda-Feira, 17 de Dezembro de 2018 - 18:12

GOIÂNIA - Uma série de fatos inusitados gerou desconforto nos profissionais da Polícia Civil de Goiás responsáveis por colher o depoimento do médium João Teixeira de Faria, o João de Deus, no último domingo, 16. Policiais que participaram do interrogatório sobre os casos de abuso sexual envolvendo o religioso relataram problemas que foram desde uma falha "bizarra" no computador até um "curto-circuito" que queimou o frigobar do local.

Os problemas começaram na hora de registrar a versão de João de Deus sobre os casos dos quais é acusado. Quando o escrivão tentou digitar as palavras do médium, o teclado do computador travou em uma letra específica e essa ficou sendo registrada na tela continuamente durante alguns segundos.

O outro fato "estranho" que gerou desconforto na equipe foi um curto-circuito. Os policiais haviam ligado um frigobar e o ar-condicionado na mesma extensão, o que gerou uma pequena explosão e queimou o frigobar da Delegacia Estadual de Investigação Criminal (DEIC), local onde o depoimento de João de Deus foi colhido.

Houve até quem colocasse no mesmo pacote o atropelamento de um escrivão da Polícia Civil de Goiás, horas antes do interrogatório. Isso porque o policial se dirigia ao DEIC no momento do acidente para participar das atividades relacionadas à prisão de João de Deus.

"Não foi nada que interferisse no trabalho, mas teve sim (problemas). Ele (João de Deus) se manteve em silêncio. Mas teve um curto-circuito na sala do interrogatório e o computador teve uma falha que começou a imprimir uma letra sem parar", explicou o delegado-geral da Polícia Civil de Goiás, André Fernandes. "E um escrivão que, ao se deslocar para o trabalho, teve uma acidente e quebrou o braço", acrescentou.

A delegada Karla Fernandes, coordenadora da força-tarefa que investiga o médium, disse acreditar que o religioso tenha, de fato, "poder mediúnico", mas avaliou que ele "se desviou" ao longo de sua trajetória em Abadiânia (GO).

Fonte - 010 - terra

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