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Sexta-Feira, 05 de Março de 2021

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DEPUTADOS SOMAM MAIS DE QUATRO MIL FALTAS ATÉ JULHO, VEJA LISTA DA ASSIDUIDADE

Os 548 deputados que exerceram mandato entre fevereiro e julho deste ano somaram 4.134 faltas. Desse total, 66% já foram perdoadas pela Câmara.
Segunda-Feira, 03 de Setembro de 2018 - 14:28

Os 548 deputados que exerceram mandato entre fevereiro e julho deste ano somaram 4.134 faltas. Desse total, 66% já foram perdoadas pela Câmara. O levantamento do Congresso em Foco considerou as 53 sessões destinadas a votações feitas do início do ano legislativo até o recesso do meio do ano. Realizadas quase sempre de terça a quinta-feira, as deliberativas são as únicas em que a presença do parlamentar é obrigatória.

Para abonar as faltas, os deputados apresentaram 2.741 justificativas, que vão de problemas de saúde a atividades políticas locais. Ao todo 11 deixaram de comparecer a mais de metade das sessões. Apenas 41 parlamentares compareceram a todas as reuniões. O número representa 7,4% dos que exerceram o mandato no período.

Desde 2015, primeiro ano da atual legislatura, os deputados acumulam mais de 25 mil faltas nas 391 sessões deliberativas. Em tese, quem falta a sessões sem justificar está sujeito a desconto no salário e até à perda do mandato. Isso ocorre quando o parlamentar falta a um terço das reuniões em plenário sem esclarecer os motivos de sua ausência.

Na lista aparecem deputados com problemas de saúde e outros que estavam presos. Entre os que não se encaixam em em uma situação nem em outra, o deputado Gabriel Guimarães (PT-MG) deixou 19 de suas 41 ausências sem justificar. Cinco das ausências foram abonadas por atestados médicos. As outras 14 estão sob a justificativa de “decisão da Mesa” e “missão autorizada”. Até a publicação deste texto, o deputado não havia respondido aos contatos da reportagem.

Wladimir Costa (SD-PA) faltou 32 vezes, e justificou 31 ausências. Segundo o portal da Câmara dos Deputados, o parlamentar se ausentou por estar em “missões autorizadas”. O paraense ficou conhecido por ser o “deputado do confete” na votação do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016, e como o “deputado da tatuagem” de henna com o nome de Michel Temer, em 2017. Procurada, a assessoria de Wladimir não se manifestou sobre as viagens até a publicação desta reportagem.

De acordo com assessoria da Câmara, as missões autorizadas são diferentes das oficiais. No caso das autorizadas, o deputado tem a permissão de se ausentar das sessões, mas não em nome da Casa, diferentemente do que ocorre com as “missões oficiais”.

Veja aqui a relação completa da assiduidade dos deputados

Fonte - 015 - Congresso em Foco

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