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Sabado, 27 de Fevereiro de 2021

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UNIÃO DOS CAMINHONEIROS ANUNCIA NOVA PARALISAÇÃO A PARTIR DE 9/9

Para evitar a paralisação, a entidade pede, entre outras coisas, a dissolução da diretoria da ANTT.
Sabado, 01 de Setembro de 2018 - 17:46

A União dos Caminhoneiros do Brasil (UDC) organiza uma paralisação no próximo dia 9/9 em todo o transporte rodoviário de cargas por tempo indeterminado. Em nota (veja abaixo), a entidade afirma que o governo federal não cumpriu compromisso assumido no último protesto referente à tabela de valores mínimos para o frete rodoviário e sobre a divulgação dos pontos de fiscalização.

As medidas teriam que ser, de acordo com a categoria, tomadas pela Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT). A mobilização de maio parou o país e causou uma das piores crises de desabastecimento em várias regiões e no Distrito Federal.

“A falta de fiscalização e atitudes práticas da parte do órgão fiscalizador tem trazidos enormes prejuízos aos caminhoneiros autônomos do Brasil, o desrespeito descarado das empresas transportadoras que não estão obedecendo a lei”, diz o comunicado.

Para evitar a paralisação, a entidade pede, entre outras coisas, a dissolução da diretoria da ANTT e o cumprimento imediato do acordo.

Diesel

A paralisação também foi marcada logo após a Petrobras anunciar, na sexta, que a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) elevou o preço de referência para comercialização do diesel, reajustando o valor nas refinarias em cerca de 13%.

A Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), uma das responsáveis pelas negociações com o governo durante a mobilização de maio, solicitou audiência à Casa Civil para discutir o aumento. Também em nota, a entidade informou entender “que, independentemente do aumento no preço internacional, o governo deve cumprir a Medida Provisória 838/2018 e manter a subvenção de R$ 0,46 do valor do diesel até o final do ano”.

PIB

A última greve dos caminhoneiros afetou o abastecimento e atividade econômica do país e provocou caos e desabastecimento generalizado. A equipe econômica do governo estima que o movimento tenha causado perda de R$ 15,9 bilhões.

Segundo dados do IBGE divulgados nessa sexta-feira (31/8), o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro avançou 0,2% no segundo trimestre do ano, após alta de 0,4% no primeiro trimestre, refletindo a fraca atividade econômica no país.

Analistas do mercado apontam que a paralisação dos caminhoneiros, no fim de maio e início de junho, foi um dos fatores determinantes para o tímido resultado.

Fonte - metropoles.com

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