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Sexta-Feira, 05 de Março de 2021

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CASO JÉSSICA HERNANDES SEGUE PELO SEGUNDO DIA DE JULGAMENTO

Os acusados de executarem a jovem de 17 anos, em um teste de fidelidade, Diego de Sá Parente e Ismael José da Silva estão sendo julgados.
Quinta-Feira, 23 de Agosto de 2018 - 12:16

O julgamento, presidido pelo juiz Bruno Magalhães Ribeiro dos Santos, do caso Jéssica Hernandes segue para o segundo dia, nesta quinta-feira (23), no Fórum de Cerejeiras (RO). Os acusados de executarem a jovem de 17 anos, em um teste de fidelidade, Diego de Sá Parente e Ismael José da Silva estão sendo julgados.

A sessão iniciou ontem, na quarta-feira (22), por volta das 8h40, onde Ismael prestou o depoimento na parte da noite, por voltas das 23h. Hoje, Diego prestará o depoimento, marcado para retomar as 9h.

O então namorado da vítima, Ismael está sendo acusado de testar a fidelidade de Jéssica. Após o teste, a jovem ficou desaparecida e foi encontrada morta em um matagal. O primo de Ismael, Diego está sendo acusado de esconder o corpo da jovem.

Juri

O corpo de jurados é composto por seis homens e uma mulher. Durante o primeiro dia, 11 pessoas foram ouvidas, sendo elas oito testemunhas e três informantes – pessoas que têm alguma ligação com os réus e com a vítima.

O Crime

Jéssica foi morta no dia 20 de abril, aos 17 anos, com 13 facadas em um suposto “teste de fidelidade” e encontrada morta na zona rural de Cerejeiras quatro dias após ter saído de casa de bicicleta.

No dia seguinte, Ismael e Diego foram presos por suspeita de envolvimento no crime. A mulher de Diego também chegou a ser presa, mas foi liberada por falta de provas.

Julgamento em 1ª instância

O MP denunciou Ismael e Diego por homicídio quadruplamente qualificado e ocultação de cadáver e alegava que ambos deveriam ser julgados pelo Tribunal do Júri.

A defesa de Ismael argumentava que as provas evidenciavam que o namorado de Jéssica não cometeu o crime, e o advogado de Diego afirmou que ele só ajudou a ocultar o corpo, mas foi Ismael quem cometeu o homicídio, por ciúmes, e disse que seu cliente tinha colaborado com a polícia.

No julgamento, Barreto concluiu que Ismael era inocente e que Jéssica foi morta na casa da mãe de Diego no dia em que desapareceu, em 20 de abril, entre 8h30 e 9h. Com isso, apenas Diego deveria ir a júri popular.

Fonte - 010 - diariodaamazonia

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