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Segunda-Feira, 08 de Março de 2021

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FEDERAÇÃO PARALÍMPICA CAPACITA PROFISSIONAL ATRAVÉS DE UMA OFICINA DA MODALIDADE DE BOCHA

A Federação Rondoniense Paralimpica de Esportes de Rondônia (FROPE), realizou na manhã do sábado, 19 uma oficina de bocha paralimpica.
Terça-Feira, 21 de Agosto de 2018 - 14:21

A Federação Rondoniense Paralimpica de Esportes de Rondônia (FROPE), realizou na manhã do sábado, 19 uma oficina de bocha paralimpica. A oficina foi realizada no horário compreendidoentre 09h30min às 13h30min e o local da oficina foi no FerroviárioAtlético Clube, no centro de Porto Velho/RO. A oficina teve como objetivo, oferecer  um curso teórico-prática da modalidade de bocha paralímpica. As palestrantes dessa oficina foram a Fisioterapeuta Edislaine da Silva e a Professora de Educação Física Paula Teles Pimentel. “Edislaine da Silva presidente da FROPE, ressaltou que estas oportunidades são válidas para ampliar a divulgação da modalidade bocha em Rondônia, também fazer despertar o interesse dos futuros profissionais a trabalharem com o esporteadaptado”. Finalizou Edilaine.

Conheça um pouco da modalidade de bocha

A Bocha é uma modalidade que abre portas para pessoas com grau severo de comprometimento motor e/ou múltiplo e está em mais de 50 países em todo o mundo. Ela pode ser jogada individualmente, em duplas ou em equipes, e é mista – homens e mulheres competem juntos e igualmente. Além de atletas PC, também podem participar pessoas com outras deficiências, desde que tenham o grau de deficiência exigido e comprovado.

Regras

São 13 bolas, sendo seis azuis, seis vermelhas e uma branca – todas são confeccionadas com fibra sintética e pesam cerca de 280g. O objetivo é aproximar o maior número de bolas coloridas da branca, que, é conhecida como Jack. Para isso, é preciso habilidade e eficiência, além, é claro, das técnicas e táticas adequadas.

São quatro classes, de acordo com o grau da deficiência do atleta:

BC1

– Destinada apenas para atletas PC, que podem jogar com as mãos ou com os pés e podem ter um auxiliar para entregar a bola.

BC2 e BC4

– Aqui, nenhum auxiliar é permitido e um suporte ou cesto para bola pode ser adaptado. Mas qual é a diferença? Na classe BC2, o atleta apresenta quadro de paralisia cerebral, e na BC4, qualquer outro quadro de origem não cerebral, como distrofia muscular progressiva, esclerose múltipla, lesão medular com tetraplegia, etc.

BC3

– É o atleta com maior grau de comprometimento motor. Neste caso, ele pode ser assistido por alguém, que tem a função de direcionar a calha seguindo exatamente as indicações do jogador.

Fonte - 010 - Silvio Corsino

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