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Sexta-Feira, 22 de Janeiro de 2021

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CONFÚCIO MOURA CRÍTICA OBRAS INACABADAS E PEDE MAIS RIGOROSIDADE AOS RESPONSÁVEIS

Eu acho que qualquer obra pode ser continuada, com revisão de projeto, termos de ajustes entre as partes ou ajuste de planilha.
Sabado, 26 de Maio de 2018 - 11:56

O ex-governador Confúcio Moura (MDB) criticou as obras inacabadas e as consequências delas nos municípios brasileiros. Ao comunicar com seus seguidores no Blog do Confúcio, Moura sugeriu que o tema fosse tratado por estudioso, defendeu penas mais rígidas aos responsáveis por elas e criticou a burocracia.

“Como têm creches inacabadas nos municípios brasileiros! Não só creches, como pontes, rodovias, hospitais, prédios em universidades, aeroportos, quadras esportivas… Creio que algum mestre ou doutor, até mesmo a CGU (Controladoria Geral da União), ou os tribunais de  contas, poderiam fazer estudos sobre este assunto. E veriam, extasiados, que obras paradas dão muito mais prejuízo ao povo do que qualquer erro de projeto ou mesmo sobrepreço”, escreveu.

Sobre a continuação de tais elefantes brancos, Moura acredita que “uma obra parada, por cinco a dez anos, ao ser retomada, com certeza, custará o dobro ou triplo do valor inicial. Eu creio que não deve tardar uma mudança radical nestes procedimentos. Eu acho que qualquer obra pode ser continuada, com revisão de projeto, termos de ajustes entre as partes ou ajuste de planilha. E de outra forma, mesmo que haja indícios de corrupção, a obra pode ser continuada enquanto os responsáveis sejam responsabilizados e processados”.

“A burocracia impera! Em último caso, mesmo que a obra seja paralisada, nova licitação deverá ser feita de imediato. Do jeito que as coisas estão, o cemitério de obras inacabadas no Brasil é um mau exemplo para todos. Enquanto isto a população não usufrui dos benefícios das obras paradas”, criticou.

O blogueiro-político finalizou sua reflexão defendendo a tese de que toda obra pode ter continuidade, com revisão de projeto e planilhas. “E tem mais, hoje em dia todo ordenador de despesa, diante dos imensos riscos à que padece, passa a ter medo de executar obras. Já ouvi prefeitos me dizerem que não aceitam dinheiro de emenda parlamentar e nem recursos para obras que venham do Estado ou da União. Porque a encrenca é grande, e é certa. Defendo a tese de que toda obra pode ter continuidade, com revisão de projeto ou planilha. Salvo casos especiais, que são raros”, finalizou.

Fonte - 012 - WANGLÉZIO BRAGA

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