Quinta-Feira, 08 de Março de 2018 - 12:14 (Saude)

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DO ESPORTE À MÚSICA: O IMPORTANTE É CUIDAR DA SAÚDE FÍSICA E EMOCIONAL, DIZEM SERVIDORAS ESTADUAIS

Se no trabalho as servidoras estaduais Pâmela Rosa, Débora Rodrigues e Marcela Bonfim têm em comum a competência e dedicação, nas horas vagas o trio também compartilha um objetivo: ser feliz com saúde física e emocional.


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Se no trabalho as servidoras estaduais Pâmela Rosa, Débora Rodrigues e Marcela Bonfim têm em comum a competência e dedicação, nas horas vagas o trio também compartilha um objetivo: ser feliz com saúde física e emocional. As três são do quadro de pessoal da Superintendência Estadual de Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel)

Débora, 46 anos, conta que há seis anos teve uma experiência que a fez mudar os hábitos por uma vida mais saudável. “Eu estava com 12 quilos acima do meu peso e me dei conta de que precisava melhorar minha saúde e controlar o meu peso. Precisei adotar novos hábitos, não é simplesmente fazer uma dieta. Para me sentir melhor como mulher, busquei o estilo de vida saudável, com a alimentação adequada e uma rotina de atividade física regular, que pratico atualmente em seis dias da semana”, conta.

Com o exemplo próprio de superação, Débora é Coaching de outras pessoas que também buscam a qualidade de vida, com atividades coletivas como treino funcional, muay thai, caminhadas. “Eu me empenho para os outros também tenham um resultado, eu quero ajudar as pessoas a terem saúde física e emocional através dessa realização. Eu tinha 37 anos com cara de 50. E depois dessas mudanças tudo melhorou. Se você tem saúde, de plus vem um corpo novo e uma nova disposição para viver. Para mim, toda segunda-feira é maravilhosa e o melhor dia é hoje”.

Metamorfose

A força de ser, influenciando no olhar da sociedade sobre a vida através das artes, é caraterístico de Marcela Bonfim, 34 anos. A paulista que há oito anos chegou às terras de Rondon e não quis mais voltar, e como uma metamorfose está sempre envolvida com a cultura regional, criando e se reinventando no cenário artístico local. “Eu era uma criança de brincar muito na rua, adorava bater balde para acompanhar aquelas canções antigas que minha vó e os mais velhos gostavam de cantar. Entrei no mundo das artes pelo teatro, o que me ajudou muito a encarar o palco e a plateia, a ter coragem. Depois veio a fotografia, uma paixão que me fez enxergar a vida com um olhar diferenciado, aprender mais sobre a minha cor, e a música hoje me traz essa essência da feminilidade”, revela.

Com o contrabaixo, Marcela começou a relação em 2016. “Conheci um homem chamado Dom Lauro, que me influenciou muito nesse processo de encantamento. Na verdade, como eu disse antes, a música já vem desde a minha infância, e quando eu fotografo, faço isso pensando em música, é como uma melodia que se completa. A fotografia dá ritmo à minha música quando eu toco o contrabaixo, é uma mistura. A fotografia me trouxe um bem estar com exposições que circulam de Rondônia a São Paulo, e a música me traz muito alívio do peso da proporção que a fotografia tomou na minha vida”.

Na música, a servidora considera que mestres são aqueles que conseguem ensinar com a generosidade. “E das formas de ensinar alguma coisa, uma das mais bonitas é quando alguém ensina a música. Existem bons instrumentistas em todos os lugares, mas mestre mesmo é que tem a generosidade de ensinar o que sabe e faz questão de compartilhar esse conhecimento. E no fundo, eu não quero ser nem música, nem fotógrafa, eu quero continuar sendo como eu sou, experimentando as artes com o que tem pra oferecer, e se acontecer algo legal, como foi meu caso com a fotografia, isso com certeza vai me deixar ainda mais feliz”.

Flash Back

Pâmela Rosa, 33 anos, também conta sua história com o canto e o quanto já percorreu pelo prazer de cantar. “Desde os 10 anos de idade eu pegava os discos de vinil do meu pai, e as fitas cassetes, e ficava horas ouvindo e cantando junto, imitando o Michael Jackson, eu deixava de brincar na rua para ficar cantando e imitando os artistas. Já na adolescência, eu levei a sério e fui para São Paulo, participei duas vezes do programa do Raul Gil, onde tive uma experiência muito marcante, fiz aula de violão, canto, teatro, coisas que pudessem me ajudar na música, mas depois eu me afastei quando comecei a trabalhar com programas de televisão”, lembra.

Em 2017, como uma brincadeira entre amigos, Pâmela reacendeu para o canto, quando em reuniões caseiras o violão também era companheiro e a jovem cantava para animar os presentes. “As pessoas começaram a incentivar, eu despertei de novo para a música, e agora já estamos com o projeto de uma banda, com ensaios frequentes em estúdio, com estilo retrô e para atender a eventos privados. O repertório vai viajar entre os anos de 1960 e 1990. Queremos lançar até maio, e o nome da banda é Old Tape, e o figurino também vai ser temático”, adianta.

E com essas histórias de superação, transformação, e busca pelo que gera a felicidade e a realização pessoal, e em nome de todas as 29.867 servidoras do estado, parabéns a todas as mulheres de Rondônia em alusão ao Dia Internacional da Mulher, comemorado no dia 8 de março.

Fonte: 015 - Secom - Governo de Rondônia

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