Quarta-Feira, 14 de Fevereiro de 2018 - 22:20 (Polícia)

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MARCHA LENTA E MAIS QUATRO SÃO PRESOS E CONFESSAM CRIME BÁRBARO EM PARITINS

Depois de esquartejarem e ocultarem partes do corpo de Nexita, os criminosos desfilaram ainda com a cabeça da vítima pelas ruas da cidade.


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PARINTINS, AM - Já estão presos cinco pessoas acusadas de esquartejar e decapitar o presidiário Gilson dos Santos Silva, o Nexita.  Dênilson Souza Costa, 26, o Deninho; Elielson Paz de Barros, 34, Kelven Azevedo Costa, 22, o Kelvinho e Diego Ribeiro Costa, o Marcha Lenta, e Dagilson Glória de Souza, 33, o Luciano foram apresentado pela Polícia Civil nesta quarta-feira (14/02) como os autores da barbárie praticada no dia 10 de fevereiro.

Depois de ocultarem partes do corpo de Nexita, os criminosos desfilaram ainda com a cabeça da vítima pelas ruas da cidade.

As partes do corpo foram encontrados em dois pontos de Parintins. O primeiro varadouro foi nas matas do bairro Itauna Dois, Zona Sul e o segundo num loteamento bem afastado da área urbana, conhecido como Texeirão, onde a polícia encontrou a cabeça de Nexita.

Antes de matarem Nexita, os acusados tomavam bebida alcóolica com ele. Um desentendimento sobre a bebida teria sido a motivação do crime.

Nexita foi morto na rua 10, do bairro Paulo Corrêa. Todos confessaram o crime e ainda apontaram um quinto acusado de participar da matança: Luciano, que foi o último a ser preso.

Marcha Lenta e Kevinho foram presos numa comunidade rural da cidade de Nhamundá. A equipe Houston da Polícia Civil e a equipe de Inteligência da PM foram responsáveis pela elucidação do crime.

Nexita cumpria prisão em regime semi-aberto no presídio de Parintins. Ele é acusado de envolvimento na morte do detento Adimil de Souza, o Cuiu Cuiu, que teve a cabeça decapitada durante rebelião no presidio de Parintins, em 2014. Nexita, tinha um histórico de outras perversidades na cadeia. Crime pode ter sido também acerto de contas.    

Fonte: deamazonia

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