Quarta-Feira, 24 de Janeiro de 2018 - 08:47 (Colaboradores)

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LIVRE

ESPERA-SE QUE A JUSTIÇA, OUTRA VEZ, SEPARE OS BANDIDOS DOS QUE SÃO DO BEM

PERGUNTINHA Você acha que Lula será absolvido por 3x0; absolvido por 2x1; condenado por 2x1; condenado por 3x0 ou terá sua pena inicial ampliada pelos juízes do TRF de Porto Alegre, no julgamento de hoje?


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De onde vem a dinheirama para pagar o translado e a permanência em Porto Alegre, de alguns milhares de militantes dos chamados movimentos sociais, para apoiar o ex presidente Lula, durante o julgamento em que ele é réu (condenado em primeira instância a nove anos e meia de prisão), nesta quarta-feira? Essa é apenas uma das tantas perguntas que precisam ser feitas, nesse dia em que Rondônia, assim como todo o Brasil, vão parar para sabermos se vivemos realmente num país decente e democrático ou se vamos baixar as calças para a pressão; se vamos aceitar que criminosos decidam nosso futuro; se vamos permitir que líderes de quadrilha, que limparam os cofres públicos durante quase uma década e meia, saiam ilesos e possam voltar ao poder. Vamos decidir muito mais do que o futuro de Lula. Vamos decidir que tipo de futuro queremos para nosso país. Se a verdade vai prevalecer ou se serão a falácia e a mentira as grandes vencedoras do mega julgamento deste dia histórico. Valerá para nosso Brasila lei ou a truculência? Será a verdade ou a invenção absurda e mentirosa que sobreviverão ou teremos a Justiça na sua essência, separando os bons e os maus,colocando os bandidos e os responsáveis pela quase destruição do nosso país em seu devido lugar, ou seja, atrás das grades?  Lula tem ao seu lado uma militância cega e os intelectuais que dominam parte da opinião pública, além de grande parte da grande mídia, que aprendeu com o PT e seus aliados, que a verdade é apenas aquela versão que beneficia o partido e sua turma. Lula tem ao seu lado patrocínios financeiros incontáveis, ao ponto de conseguir levar de um lado ou outro do país, de ônibus, com alimentação e hospedagem, algumas milhares de pessoas, a maioria delas que não trabalha, mas vive dos tais movimentos sociais, movidos a muita grana, cuja origem um dia ainda todos saberemos. Mas o povo brasileiro tem ao seu lado a verdade, a História e uma Justiça competente, que não se intimida. Há equilíbrio.

Não adiantaram os arroubos de prepotência. Não deram certo as ameaças veladas e outras nem tanto e nem as tentativas, via redes sociais, de destruir a imagem do juiz Sérgio Moro (adorado pela grande maioria dos brasileiros) e muito menos do sistema judicial. Ficou como um arremedo de argumentação, as constantes declarações de Lula e seus seguidores (muitos deles ainda cumprindo pena, pelo envolvimento em crimes sem fim), de que não há provas contra o ex Presidente. A sentença de Moro, que tomara, seja confirmada pela Justiça Federal de Porto Alegre, as apresenta em profusão. Ninguém deu bola, a não ser como uma demonstração de desespero, à frase da tresloucada presidente, do PT, Gleisi Hoffmann, de que para prender Lula teria que matar muita gente. Nada disso vai acontecer. Os bandidos continuarão sendo bandidos e os mocinhos continuarão sendo mocinhos. Espera-se que nesta quarta, em Porto Alegre, o Judiciário deixe isso bem claro, mais uma vez. 

A PREFEITA VAI DORMIR MELHOR

A prefeita de Cacoal, Glaucione Rodrigues, vai poder voltar a dormir melhor, a partir do início de fevereiro. Ela andava passando noites em claro, em busca de soluções para alguns dos graves problemas da sua cidade, como por exemplo, a buraqueira que tomou conta das ruas. Sem dinheiro, como a grande maioria das Prefeituras, Glacione pediu socorro. Não ao Chapolin Colorado, mas ao governador Confúcio Moura e ao presidente da Assembleia, seu antigo colega de parlamento, Maurão de Carvalho. Nesta semana, seus pedidos foram atendidos, Confúcio e Maurão visitaram a cidade e o Governador anunciou um grande programa de asfaltamento para Cacoal, incluindo, é claro, uma operação tapa buracos. Deslocará equipes do DER e ainda vai levar para a cidade uma usina de asfalto, para atender a toda a demanda. Enfim, uma boa notícia para Cacoal e para sua prefeita que, ao final do primeiro ano de governo, ainda sofre com a herança que recebeu da administração do Padre Franco, que lhe deixou uma série de enormes problemas para resolver. O trabalho garantido pelo DER já será um alento, porque a população já andava chiando com a buraqueira em que se transformou a cidade.

DINHEIRO JOGADO NO MATO

Denúncia apresentada pelo jornalismo da SICTV, nesta semana, é apenas mais um exemplo do absurdo do dinheiro público jogado no lixo. O repórter Eduardo Kopanakis descobriu, no meio do mato, completamente abandonados, dois enormes prédios, semi prontos e que nunca foram utilizados. Um deles construído para ser sede da Funai, em Nova Mamoré, é um primor. Já foram investidos alguma coisa em torno de 1 milhão de reais eo prédio está quase pronto, com todas as suas instalações em condições de uso. O problema é que ele vem sendo depredado e está atirado no meio do mato há cerca de oito anos, segundo informações de moradores da região. Igual foi o problema descoberto com um hotel de selva, no distrito de Iata, em Guajará Mirim, construído pela União para ser doado à Universidade federal de Rondônia. O financiamento foi feito através da antiga Rio Mar, ligada à Universidade e à Suframa. Qual sua utilidade? Ninguém sabe. A Fundação Rio Mar nunca  prestou contas de 183 mil reais liberados para parte da obra. A Unir diz agora que não tem nada a ver com o problema. A Suframa diz que o problema é da Unir. O Tribunal de Contas está em cima, mas nada foi esclarecido. Ninguém sabe, ninguém viu. E o dinheirinho dos nossos impostos está enterrado numa obra imensa, sem utilidade alguma.

GUAJARÁ INTERLIGADA AO ESTADO

Por falar em Guajará Mirim, o deputado Dr. Neidson, que representa a região, rasgou elogios ao Dnit, nesta semana, pela atuação do órgão em trabalhar duro tanto na BRH 364 quanto na BR 425, evitando que a cidade ficasse isolada do resto do Estado, por causa de graves problemas nas duas rodovias, causados pelas fortes chuvas. o serviço de recuperação do trecho da BR 425, ainda, que paliativo, foi essencial para que o tráfego na região se mantivesse. Na BR 425, o Dnit fez uma obra emergencial, corrigindo parte da rodovia que foi destruída com a força das águas. Não fosse isso, Guajará ficaria inacessível, até que passasse a temporada de chuvas e o trabalho pudesse ser feito em definitivo. Já na BR 364, próximo ao distrito de Abunã, o Dnit utilizou  pedras e taludes, para impedir que a rodovia fosse coberta pelas águas. A atuação do Dnit nos dois episódios, foi destacada pelo parlamentar, em pronunciamento na Assembleia. Ele agora pede que, tão logo passe a temporada do inverno amazônico, o Dnit faça um serviço definitivo, corrigindo os graves problemas que atingiram a BR 425, que liga a 364 até Guajará e à fronteira com a Bolívia.

RONDONIENSE É DESTAQUE NO CINEMA

“É um conteúdo intimista, um relato pessoal muito sensível e pra lá de bem escrito, sem apelo sensacionalista”, assim definiu o diretor de cinema Hique Montanari ao falar sobre o artigo do jornalista Vinicius Canova, sobre a história que dá vida ao premiado longa-metragem  Yonlu – O Filme (2017). O texto, destacado na página oficial do filme no Facebook, coloca Rondônia em destaque na rota do público que alimenta o cinema nacional. Canova abordou o trágico enredo de seu xará, Vinícius Gageiro, um jovem músico talentoso que se matou aos 16 anos de idade, deixando belas canções à posteridade, sua herança coletiva. Vale a pena conferir tanto o texto quanto o filme de Montanari, que deve percorrer o Brasil em 2018.Para ler o belo artigo sobre tema tão complexo e saber de detalhes do filme sobre a trágica história do menino gaúcho, a, basta clicar no link https://www.facebook.com/yonlufilme/posts/1454623821313175.

O LAMENTO DO GOVERNADOR

O assunto já foi mote nesta coluna inúmeras vezes. Agora serviu para um artigo de lamento, assinado pelo governador Confúcio Moura. Ela comenta, no texto, as milhares de mortes por violência e no trânsito, que vão representar mais de 100 mil vidas perdidas num ano. “Poderemos perder cerca de 60 mil vidas neste ano.  Não mortes por doenças. Não mortes por velhice. E sim, por assassinatos frios. Os mortos, em maioria,  são jovens em plena força e atividade. Sessenta mil mortes por violência. Inacreditável número, maior que as guerras nos últimos dez anos no mundo. Esta é a triste profecia: a violência como uma das principais causas de morte em nosso país. Pode ainda se somar a  este gigantesco número, outras mortes também, por acidentes de trânsito. Que as duas violências são extremamente humilhantes para o nosso país – mais de 100 mil mortes”. Para Confúcio, não há uma fórmula pronta para resolver essa tragédia. “O que se pode fazer é o conjunto de ações conectadas, vindas de todas as partes, nas mais variadas frentes – como a repressão costumeira, a prevenção necessária nas escolas e ruas, a fiscalização das nossas fronteiras, a promoção do emprego, a profissionalização do jovem e o intransferível papel dos pais (família), colocando freios (regras) em seus filhos, desde a primeira infância”. A meta, diz ele, “é economizar vidas”...

“NÃO EXISTE DINHEIRO PÚBLICO”

Mais um feriado no meio da semana, nesta quarta-feira, dessa vez pelo aniversário de Porto Velho e em homenagem à sua santa padroeira e, outra vez, o comércio sofre enormes prejuízos. Quando as lojas fecham suas portas, por comemorações que não acabam nunca, milhões de reais são perdidos, embora todos os impostos tenham que ser pagos religiosamente, assim como os salários dos funcionários. Quem planeja e autoriza tantos feriados, certamente imagina que tudo gira em torno do funcionalismo, que recebe seu dinheiro quer trabalhe ou não; quer produza ou não. Na iniciativa privada, quem não der duro todos os dias (menos nos finais de semana, é claro!), não sobrevive. Mas a mentalidade paternalista, o Estado gestado para uma minoria, a dos servidores; a política do que há de seu pior, que é aquela para agradar esse ou aquele segmento, em detrimento do todo, deixam claro que o Brasil muda aqui e ali, mas não muda na essência. Continua sendo governando e elegendo gente que vive do populismo, que está se lixando se há emprego ou desemprego; se as empresas podem quebrar ou não, já que o Estado tudo pode e tudo sustenta. Esquecem-se, esse néscios, que dinheiro não dá em árvore e não existe dinheiro público. Como dizia Margareth Tatcher, cada centavo gasto pelos governos sai da mesa dos trabalhadores.

PERGUNTINHA

Você acha que Lula será absolvido por 3x0; absolvido por 2x1; condenado por 2x1; condenado por 3x0 ou terá sua pena inicial ampliada pelos juízes do TRF de Porto Alegre, no julgamento de hoje?

Fonte: Sergio Pires/newsrondonia

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